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  NOTÍCIAS (Blog)

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   Última atualização: 06/03/10

Caia fora do Windows XP, diz o Gartner

por Mauricio Grego

 

O Gartner Group recomenda que as empresas abandonem o Windows XP até 2012. Senão, terão encrencas pela frente.
Como sempre acontece com novos sistemas operacionais, o mundo corporativo deverá demorar algum tempo para migrar para o Windows 7. Mas, no caso das muitas empresas que ainda usam o Windows XP, esperar muito pode significar problemas. No mês passado, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de outubro, conversei com Michael Silver, vice-presidente e diretor de pesquisas do Gartner Research. A Microsoft vai suportar o XP até 2014. Mas Silver observa que há fornecedores de software e hardware que vão encerrar o suporte muito antes disso. Assim, ficar com o Windows XP por muito tempo pode ser uma má ideia.
Outro fator a considerar é que a Microsoft vai oferecer a opção de downgrade de novos micros para o XP somente até a liberação do primeiro service pack do Windows 7. É provável que esse primeiro pacote de correções saia no início de 2011. Depois disso, a empresa não poderá mais comprar novos micros com o XP. Considerando tudo isso, o Gartner recomenda que as empresas se livrem do XP até 2012. Mas isso não significa que devam esperar até 2012 para começar a migração. O conselho de Silver é que comecem a testar o Windows 7 já. “Leva um ano ou mais até que os aplicativos em uso tenham sido homologados para o novo sistema”, diz ele.
Silver acrescenta que muitas das corporações que continuam usando o XP já sentem necessidade de renovar seu parque de máquinas. “Temos clientes que planejam migrar em 2010 ou até mesmo em 2009. Outros vão esperar pelo Office 2010 para fazer a atualização conjunta do sistema e do pacote de aplicativos. Isso pode reduzir o custo da transição”, diz.

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Relatório diz que China está pronta para espionagem e guerra cibernética

por Robert McMillan - IDG News Service

 

A China pode estar espionando o governo e companhias norte-americanas, de acordo com um relatório que monitora questões de seguranças do comércio entre os países. O relatório foi publicado na quinta-feira (22/10) e escrito por analistas do Northrop Grumman, a pedido da Comissão de Análise EUA-China sobre Economia e Segurança.
Os dados indicam as capacidades chinesas de ataques e guerras cibernéticas, concluindo que a “China está provavelmente utilizando seus recursos de exploração de redes de computadores para adquirir inteligência sobre o governo e a indústria dos Estados Unidos, com uma campanha sofisticada e de longo prazo para exploração de redes”.
Agências do governo e empreiteiros militares têm sido alvo de ataques planejados há anos, e muitos deles parecem ter origem na China. O relatório divulgado determina quantos desses ataques aconteceram de fato, incluindo um ataque que explora uma falha desatualizada no Adobe Acrobat, que foi corrigida neste ano.
Citando informações de 2007 da Força Aérea dos EUA, o relatório diz que ao menos 10 a 20 terabytes (TB) de dados confidenciais foram furtados das redes do governo norte-americano como parte de uma “campanha persistente de longo prazo para coletar dados sensíveis, mas não classificados”. Parte dessa informação é usada para criar mensagens de phising que comprometem ainda mais computadores.
A Northrop Grumman tomou como base maior documentos disponíveis para o público, mas também contou com dados obtidos pelos negócios de consultoria de informações de segurança da empresa.
O documento ainda descreve técnicas metódicas e sofisticadas, e especula a possível conexão entre as agências do governo chinês e a comunidade cracker do país, ampliando a fonte dos ataques “zero-day”, antigamente desconhecidos.
“Existe pouca evidência em fontes públicas para estabelecer essas ligações, mas pesquisas descobriram alguns casos de aparente colaboração entre a comunidade cracker chinesa e recursos governamentais,” afirma o relatório.
Se confirmado, o fato não seria uma surpresa. O governo norte-americano já esteve presente na convenção cracker Defcon por anos, e o Departamento de Defesa já até começou a usá-la como um veículo para recrutamento nos últimos anos.
Em um ataque alvo típico, a vítima recebe uma mensagem de e-mail contendo um documento de escritório maliciosamente construído. Pode estar disfarçado, parecendo uma agenda ou formulário de registro. Quando aberto, o ataque “zero-day” é executado e os crackers começam a coletar informações que poderão ser usadas no futuro.
Eles rastreiam as redes e configurações de segurança a procura de senhas, e até mesmo alteram o software de rede privada para facilitar futuras invasões. Em alguns casos, os crackers apagam seu registro ou omitem o alerta de que dados estão sendo retirados das redes.

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Empresas passam a usar redes sociais de forma estratégica

por Andrea Giardino, da Computerworld

 

O poder das redes sociais começa a ser enxergado pelas empresas de tecnologia da informação (TI). Embora de forma tímida e cautelosa, muitas entenderam que esse é um poderoso canal de comunicação com funcionários, clientes e consumidores.
Para se ter um ideia do tamanho de seu alcance, só o Facebook, maior comunidade de relacionamento online do mundo, chegou a 300 milhões de usuários, dobrando de tamanho no Brasil nos últimos cinco meses, segundo dados da consultoria Ibope Nielsen Online, ao alcançar a marca de 5,3 milhões de integrantes.
Nos Estados Unidos, as redes sociais entraram definitivamente no circuito das companhias. Estudo da consultoria Deloitte no país apontou que 30% dos executivos ouvidos as consideram parte da estratégia de suas companhias. Para 29% das organizações, as redes sociais são usadas como ferramenta de construção de marca.
Por aqui, a realidade ainda mostra-se um tanto quanto diferente. “Encontramos empresas que têm políticas restritivas quanto ao uso do Twitter ou do Facebook, por exemplo”, diz Waldir Arevolo, consultor sênior da TGT Consult.
“A maioria acredita que as redes sociais contribuem para a queda de produtividade dos funcionários”. Na sua opinião, essa é uma percepção equivocada. “A grande sacada é transformá-las em importantes ações de marketing e vendas”, diz.
Desde 2005, a Intel resolveu apostar em mídias sociais, segundo Cassio Tietê, diretor de marketing da companhia. Mas a estratégia de maior repercussão no mercado foi a criação do espaço Blog Brasil Digital, dois anos depois.
Lá gerentes da subsidiária brasileira compartilham com o público, por meio de artigos, opiniões e ideias sobre diversos assuntos ligados à tecnologia como computação sem fio, desafios e oportunidades de TI no Brasil.
Outra frente que ganhou fôlego são as ações com o Yahoo Answers, canal que permite aos usuários do processador Intel tirar suas dúvidas. Lançado este ano, ele reforça a campanha de divulgação da marca e dos produtos da fabricante. “Também entramos no Twitter com informações institucionais e iniciativas envolvendo blogueiros”, afirma Tietê.
Em outubro,a Intel distribuiu 200 camisetas “geek” exclusivas no Twitter para seus seguidores. Sorteados por representantes da empresa e cinco blogueiros, a ação teve o objetivo de se comunicar com a audiência, além de aproximar a Intel dos blogueiros que influenciam os consumidores na tomada de decisão.
Quem também enxergou longe a possibilidade de ganhar dinheiro com as redes sociais foi a fabricante de computadores Dell. Graças ao Twitter @DellOutlet, a empresa afirma ter faturado cerca de 3 milhões de dólares com vendas de PCs e notebooks.
A empresa explicou em seu blog que as vendas diretas a partir das mensagens postadas “já ultrapassaram os 2 milhões de dólares e as mensagens enviadas pela rede social também estão despertando interesse em outros produtos da empresa”.
A conta @DellOutlet é a versão no microblog da loja Dell Outlet, que vende computadores recondicionados por preços mais baixos. Como o estoque desse canal é variável, o Twitter faz bem o papel de avisar aos seguidores sobre novidades, promoções e até para dar cupons de desconto virtuais.

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Quanto vale a sua marca?

por imasters.uol.com.br

 

Independente do objetivo do seu email marketing, uma coisa é certa: a sua mensagem terá um impacto para a marca e também será impactada pela força que a marca possui.
A força da sua marca é um importante fator na decisão do destinatário de ler ou não a mensagem recebida. Para cada email que chega à caixa de entrada, é dada alguma consideração. O nome da empresa ou logotipo, quando visualizado pelo leitor, já diz muito sobre a finalidade e a consistência da mensagem. Então, não há dúvida, a marca influencia diretamente no envolvimento do público com suas campanhas de email marketing.
E a mensagem, com seu design e conteúdo, influencia amplamente no relacionamento e na fidelização do público, o que reflete diretamente na equidade da marca. Marca e mensagem, as duas coisas se relacionam e formam um ciclo vital para o sucesso das campanhas online.
Neste cenário, percebemos o quanto é importante ter relevância ao realizar as ações de email marketing. A pertinência e a adequação do conteúdo fazem com que a imagem da sua empresa ganhe credibilidade, principal atributo para a marca. A preocupação com fatores como esse traz maior destaque no que mais chama atenção do receptor ao clicar (ou não) em seu email: o remetente.
Quanto vale a participação de sua marca em meio a tantos emails marketing recebidos diariamente pelo leitor? Estamos falando de share mind. O email marketing traz recursos que permitem mensurar, de forma real, esse valor.
Estar atento à receptividade da sua audiência em relação à imagem da empresa é indispensável para que este ciclo funcione. A taxa de rejeição das ações de email marketing, que é medida pelo número de pessoas que reagem negativamente quando abordadas por campanhas online, deve sempre ser monitorada. É preciso se preocupar com a reação negativa de um destinatário, porque sabemos que ela impacta na sua marca.
Se o impacto das campanhas for bom, suas ações de email marketing serão responsáveis pelo aumento da confiança do seu público e, consequentemente, pela maior credibilidade da marca. Essa receptividade resulta no que chamo de acúmulo de valor da marca. Quanto mais você desenvolve ações segmentadas e de fidelização, mais tem a atenção de seu target.
O que quero dizer aqui é que se trabalharmos, mesmo que de forma inconsciente, sem foco na imagem que projetamos, os riscos de distância de nosso alvo se multiplicam. Além de afastá-lo, colaboramos para um marketing viral negativo. E o que é pior, podemos prejudicar não somente os negócios, mas a reputação da marca. A forma como esse público passa a enxergar os produtos e/ ou serviços é a referência que ele usará ao comentar sobre sua empresa por aí.
Quanto sua rentabilidade pode aumentar quando você trabalha na boa reputação de sua marca? Quantos clientes são incrementados à carteira, a partir de campanhas realmente segmentadas? Se não pensarmos nisso, além de afastarmos quem já contava com nossos produtos, evitamos aumentar o número de adeptos de nosso core business.
A internet chegou para trazer um relacionamento bem mais próximo entre as empresas e os consumidores. E, junto com ela, uma nova forma de consumir também surgiu. O número de vezes que você tenta empurrar a sua marca por meio de incansáveis campanhas de email marketing - que tem menor custo em relação às mídias tradicionais - é diretamente proporcional ao número de vezes que pode 'repugnar' seu público. Mesmo que você pratique essas ações de forma inconsciente.
Da mesma forma, a importância de trabalhar a marca com foco, segmentação e personalização, tem relação direta com a atração. Quanto mais você investe seu tempo no planejamento da comunicação levando em conta o que refletirá na marca - e não em envios e envios de campanhas sem direcionamento - mais você ganha. Aqui não estou falando de retorno financeiro, esse deve ser a consequência, e não a causa.
A causa está na aplicação consciente das ações. E o número de envios para solidificar a marca? Com certeza, após ler esse texto, meu caro leitor, não será mais inconsciente.

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Twitter não é apenas "mais uma ferramenta"

Fontes:
http://www.mestreseo.com.br/twitter-seo/estatisticas-twitter-brasil
http://imasters.uol.com.br/noticia/13020/midiasocial/pesquisa_sobre_brasileiros_no_twitter_e_divulgada/
http://www.oficinadanet.com.br/artigo/2047/estatisticas_sobre_o_twitter
http://imasters.uol.com.br/noticia/14424/midiasocial/usuarios_do_twitter_sao_mais_abertos_a_publicidade/
Revista www.com.br ediçao 111

 

É fato. Curiosidade realmente é característica do ser humano. Se a moda do momento é estar onde todos estão, por que então não criar uma conta do Twitter?

Segundo pesquisas da Nielsen Online, 60% dos usuários que criaram uma conta no Twitter deixaram de utilizar o sistema.

E foi a partir desse pensamento que muitos criaram sua conta e deixaram de utilizá-la. Talvez ela tenha sido causada pela curiosidade mal planejada e sem foco. Os 60% podem achar o que também achei pouco tempo depois de ter feito minha conta: que o Twitter era apenas mais uma ferramenta na internet.

Por pouco não entrei nos 60%. Em setembro de 2008, aderi ao Twitter. De primeira, achei o máximo! Consegui adicionar muitas pessoas, mandar e receber mensagens. Passados alguns dias, acabei achando a ferramenta chata e sem sentido. Só em dezembro, depois que descobri o que eu poderia obter no Twitter, é que consegui utilizá-lo de maneira potencial, principalmente no que diz respeito à coleta e divulgação de informações e dicas.

Por que gostar do Twitter?

O Twitter conseguiu fazer parte do meu dia-a-dia. Através dos perfis de sites e pessoas, consigo manter-me atualizada. Sou informada do que está rolando na minha cidade, o que há de novo na área de tecnologia, indicações de artigos para leitura, portfólios para referência, entre outros.

Uma boa estatística para mostrar que não só eu, mas outros twitteiros estão utilizando a ferramenta para isso, foi divulgada pelo @mestreseo :

"Muitos utilizam o Twitter para buscar informação e se atualizarem pela internet ( 91.42%), compartilham opiniões, críticas e seus pensamentos, podendo conversar com outras pessoas da rede. A maioria dos Twitteiros, 80%, segue perfis de agências de notícias, jornais, revistas e portais."

Fazendo seu networking com o Twitter
 

O Twitter é ótimo para fazer seu networking e a criatividade deve ser utilizada constantemente. Falo em criatividade não só nos tipos de mensagem para atrair seu público, mas também na hora de escrever algo com conteúdo em um espaço pequeno, de apenas 140 caracteres. Sites que reduzem as URLs e os RT já são bons exemplos dessa criatividade.

Quanto ao público do Twitter, é bem interessante o que disse o @publicidadeweb:

"No perfil do público brasileiro no Twitter há uma predominância de homens jovens-adultos, entre 21 a 30 anos, solteiros do estado de São Paulo e Rio de Janeiro. As pessoas que estão plugadas nessa rede são predominantemente estudantes do ensino superior ou graduadas e estão geralmente conectadas a internet mais de 50 horas na semana."

Quando você Twitta ou Retwitta informações relevantes, seus microposts ganham valor, atraindo, conseqüentemente, a atenção dos usuários para seu perfil. E o micropost não precisa necessariamente ser sério. Transmitir informações com humor é também uma forma de transmitir conteúdos relevantes. O sucesso não pertence apenas aos portais de noticias que estão no Twitter. Seguir perfis como o @kibeloco e @rafinhabastos, entre outros,  é ótimo para quebrar a rotina.

Crescimento do Twitter no Brasil

O Twitter vem crescendo muito. Já e até normal você divulgar seu telefone, e-mail e Twitter. Comentaristas, emissoras de TV, rádio, jornais, anunciam seus nomes de usuário. Se falarmos em "interatividade", o Twitter conseguiu representar bem isso.

Segundo o Nielsen Online:

"De fevereiro a março, o número de usuários brasileiros do Twitter cresceu 97% (334mil para 677mil)"

O Twitter também aproximou a empresa do cliente. De forma explícita, com o nome da empresa, ou de forma maquiada, através de sites que possuem o objetivo de serem guias. E é nesse ponto que as empresas estão investindo na ferramenta. Segundo o @oficinadanet:

"Cerca de 53,6% dos usuários do Twitter acham interessantes ações publicitárias nesta ferramenta, 33% já participaram de alguma ação publicitária e 70% seguem perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias."

O usuário do Twitter é mais adepto à publicidade, pois é ele que escolhe se quer receber ou não informações sobre determinada empresa. Se o perfil que ele escolheu seguir não repassar aquilo que ele esperava, deixar de segui-lo é simples. Assim, quanto mais a organização entender o perfil do seu público e qual o tipo de informação ele deseja receber, mais adeptos terá.

Para finalizar

Somando dados e informações, é possível perceber que o tipo de usuário que permanece no Twitter é bem diferente dos usuários de outras mídias sociais.

Diferentemente do Orkut, por exemplo, no Twitter, dependendo dos perfis que você segue, se você não está constantemente na frente de um PC, é quase impossível acompanhar o que cada um está repassando, pois as informações são constantemente atualizadas. Assim, acredito que se o usuário não trabalha sempre na frente de um computador com internet e/ou se ele não tiver algum foco na utilização do RTwitter, logo ele não achará utilidade em tal ferramenta.

60% é uma quantidade expressiva de usuários que deixaram de utilizá-lo, mas como a ferramenta ainda é relativamente nova, situações como essa se tornam inevitáveis.

Diante desse contexto, acredito que se o seu objetivo é transformar o Twitter em algo que lhe acrescentará valores profissionais e pessoais, utilize-o como ferramenta de geração de conteúdo e informações. Seja autêntico, espontâneo e transmita valor aos seus seguidores. Siga perfis não só de amigos, mas de sites e pessoas que repassam informações da sua área e interesse.

Já se o objetivo do seu Twitter é divulgar seu perfil como ferramenta de publicidade, transmita o conteúdo sobre aquilo que você objetivou. Veja como seu público-alvo está reagindo a esse tipo de ferramenta de mídia social e que tipo de informação ele deseja receber. Esteja sempre focado, seja espontâneo e sempre envie mensagens. Se um usuário está te seguindo é porque ele quer receber informações suas. Mas informações relevantes.

Para finalizar deixo uma dica que procuro aplicar em todas as atividades que pratico que envolvem aprendizado: potencialize-se. Utilizar o Twitter de forma potencial com certeza agrega valor - transformado em conhecimento, informação e até diversão - ao seu dia-a-dia.

Até a próxima!

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Use o Twitter dentro do Gmail

por Rodrigo Leme

 

Não sei do que a imprensa anda falando mais, do 'Ronalducho' ou do Twitter. Como futebol aqui não interessa tanto, aprenda a colocar o Twitter no seu Gmail.
1. Entre no Gmail, vá em configurações e clique no link/aba Labs;
2. Vá para o último item da lista e ative a aplicação "Adicionar qualquer gadget pelo URL" desenvolvida por Dan P e Dong C. Em seguida, clique no botão "Salvar alterações";
3. Agora volte em "Configurações" e vá para a aba/link Gadgets;
4. Deve ter aparecido um campo com o seguinte texto: "Adicionar gadget pelo URL:". Coloque neste campo a seguinte URL: http://twittergadget.appspot.com/gadget-gmail.xml e clique no botão "Adicionar";
5. Agora na lateral esquerda do seu Gmail, deve ter aparecido uma nova área com o gadget do Twitter instalado. Clique no link "here", que aparece na frase: "Click here to connect your twitter account, after you had grant access to your twitter account, click here to reload page.";
6. Você será redirecionado para uma página do próprio Twitter dizendo o seguinte: "An application would like to connect to your account". Coloque seu usuário e senha do Twitter, depois volte para o Gmail e recarregue a página;
7. Pronto, agora você poderá mandar seus posts direto do Gmail. Caso tenha ficado com dúvidas, envie um comentário ou me mande um direct.

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Anúncios na web recebem mais atenção dos usuários pela manhã

por Evelin Ribeiro

 

Os usuários de internet dão mais atenção à publicidade no período da manhã. É o que aponta a empresa de publicidade digital Eyeblaster na pesquisa “Atenção do consumidor”.
De acordo com o estudo, o pico de atenção dos internautas a anúncios se dá às 9h. O horário de almoço é , no entanto, o período em que a interação com as campanhas publicitárias tem maior duração.
O consumidor dispensa, intencionalmente, em média um minuto por dia com publicidade online. Vídeos conquistam quase o dobro da atenção do consumidor, 71 segundos ante 37 das peças sem vídeos.
Quanto ao formato, os anúncios em comunicadores instantâneos obtêm 83 segundos da atenção dos usuários. Peças de rich media (que integram vídeos, áudios e animações gráficas) têm 73 segundos de audiência, enquanto banners atingem 59 segundos e skycrapers (anúncios animados geralmente maiores que um banner comum), 37 segundos.
O estudo foi realizado a partir de uma amostra isolada de 42 bilhões de interações nos diversos formatos, no mundo inteiro, entre setembro de 2008 e março deste ano.

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Windows 7 mantém o que é bom e tenta corrigir problemas

por DAVID POGUE

 

O Windows 7 será lançado na quinta-feira (22/10). E, caso tenha restado alguma energia aos programadores da Microsoft após tanto trabalho, eles estarão exultantes.
O pesadelo deles de três anos que foi o Windows Vista acabou. A péssima reputação deste sistema operacional pode ter sido exagerada; no início ele era lento, intrusivo e incompatível com diversos aparelhos, mas o Windows Vista foi discretamente melhorado no decorrer dos anos.
Entretanto, as empresas que encomendaram grandes quantidades do último Windows não se mostraram impressionadas. Ainda neste verão, pelo menos dois terços dos computadores de corporações ainda funcionavam com o antigo Windows XP.
Mas o Windows 7 é uma história diferente. Ele mantém aquilo que o Windows Vista tinha de bom, como segurança, estabilidade e os aspectos visualmente bonitos, e dá um jeito naquilo que as pessoas não apreciavam.
Número 1: Lentidão. Conforme expressa com tripla redundância a Microsoft, o Windows 7 oferece uma "performance mais rápida, e responde mais aos comandos".
Número 2: Exigências de hardware. Não são maiores do que o do Vista de três anos atrás (a edição standard exige um gigabyte de memória e processador de um gigahertz; quanto mais melhor).
Número 3: o Windows 7 é muito menos alarmista do que o Vista, que se agitava com qualquer ameaça potencial à segurança. Na verdade, dez categorias de alerta agora acumulam-se discretamente em um Centro Unificado e não interrompem o usuário.
E o melhor de tudo é que o Windows 7 representa um rompimento com a tradicional filosofia da Microsoft segundo a qual "o sucesso é medido pelo tamanho da lista de recursos". Desta vez a filosofia foi, "aperfeiçoar, otimizar e enxugar aquilo que já temos". Este parece ser o mantra industrial do setor para 2009 - vejam também o lançamento do Snow Leopard da Apple em agosto - e isto é uma notícia excelente. Há três aspectos negativos em relação ao Windows 7, portanto vamos encará-los logo de frente. Fazer um upgrade a partir do Vista é fácil, mas a mesma operação a partir do Windows XP envolve uma "instalação limpa" - ou seja, transferir todos os seus programas e arquivos do disco rígido, instalar o Windows 7, e a seguir copiar tudo de volta. É um incômodo que dura o dia inteiro, e que ninguém achará divertido.
A Microsoft não acha que os usuários restantes do XP se importarão. A empresa espera que eles simplesmente obtenham o Windows 7 pré-instalado em um novo PC (não é acidental o fato de os novos sistemas operacionais serem lançados pouco antes das compras de final de ano).
O segundo problema é a quantidade insana de versões. Novamente, há cinco versões do Windows 7 - Starter, Home Premium, Professional, Enterprise e Ultimate -, cada uma com o seu próprio conjunto de recursos, para 32 ou
64 bits (exceto o Starter), a preços que variam de US$ 120 a US$ 320 (R$ 210 a R$ 550). E boa sorte na hora de tentar descobrir por que alguns dos ótimos recursos do Windows 7, como o bastante aperfeiçoado Windows Media Center, que lembra o TiVo, não estão presentes no seu PC.
(Não é de se admirar que haja uma enxurrada de livros sobre o Windows 7 vindo por aí. Uma revelação: eu estou escrevendo um desses livros).
Finalmente, devido ao medo das dores de cabeça refentes a leis antitrustes, a Microsoft retirou do Windows 7 alguns importantes programas acessórios. Acreditem ou não, softwares para gerenciamento de fotos, edição de vídeos, leitura de documentos em PDF, manutenção de calendário, gerenciamento de endereços, papo online ou redação de e-mails não vêm acompanhando o Windows 7.
Que tipo de sistema operacional não vem acompanhado de um programa de e-mail?
Em vez disso, o usuário terá que fazer ele próprio downloads desses aplicativos gratuitos no site da Microsoft. Isto não é um grande problema; algumas companhias, incluindo a Dell, pretendem pré-instalar esses aplicativos nos seus novos computadores. Mas muita gente poderá ficar bastante confusa - especialmente ao descobrir que o instalador do Windows 7 apagou as suas cópias existentes, e referentes ao Vista, do Windows Mail, Movie Maker, Calendário, Contatos e Galeria de Fotos (piedosamente, ele preserva os seus dados).
Tirando isso, todavia, o Windows 7 é basicamente uma boa notícia. As mais felizes inovações ajudaram a Microsoft a fazer jus ao seu nome: há alguns recursos enxutos e eficientes para gerenciar janelas.
O usuário pode arrastar a borda de uma janela pelo canto superior da tela para fazer com que ela ocupe a tela inteira ou apenas a metade. Ele pode ainda sacudir ligeiramente a janela com o mouse - o que é na verdade meio divertido - para minimizar todas as outras janelas (ou para trazê-las de volta) quando precisar dar uma espiada rápida na área de trabalho.
Agora a barra de tarefas faz lembrar o Dock do Mac OS X da Apple. Ou seja, ele mostra os ícones para abrir programas, bem como aqueles que você arrastou até lá para ter rápido acesso (porém, estranhamente, não dá para transformar pastas e documentos individuais em botões na barra de tarefas, como no Mac OS X, apenas programas).
Melhor ainda, se você apontar para o ícone de um programa sem clicar, verá miniaturas de todas as janeles abertas naquele programa. E se você apontar para um desses ícones, a janela correspondente a ele, em tamanho integral, piscará ao fundo. Tudo isso significa navegação mais fácil em uma tela repleta de uma quantidade desordenada de janelas.
O Windows 98 também introduz bibliotecas: pastas virtuais que revelam o conteúdo de até 50 outras pastas, que podem estar espalhadas por todo o seu sistema. As bibliotecas tornam fácil manter unidos os arquivos de um determinado projeto, copiá-los em grande quantidade e compartilhá-los com outros PCs da rede.
E por falar nisso, o sistema de rede está também mais refinado no Windows 7. Lidar com hot spots da Internet está mais fácil do que antes, e o novo recurso HomeGroups permite que você unifique todos os computadores e impressoras da sua rede doméstica que funcionam com o Windows 7 sem ter que mexer com contas ou permissões. Basta digitar a mesma senha em cada máquina (somente na Microsoft as expressões "de fácil utilização" e "digite esta senha: E6fQ9UX3uR" aparecem na mesma sentença). Assim que isso for feito, as fotos, músicas e documentos de cada computador poderão ser vistos em todas as outras máquinas. É um pouco complicado, mas você chegará lá.
A compatibilidade é excelente. Eu conectei ao computador várias câmeras, telefones, iPods, impressoras e scanners, e o Windows 7 reconheceu tudo.
Os aplicativos recentes, de marcas famosas, também apresentam bons resultados, mas não existe nenhuma garantia disso. Eu descobri dois programas menores e mais velhos que não funcionaram no Windows 7.
Alguns recursos do Windows 7 encaixam-se na categoria, "Se você trabalhar um pouco mais com isso, eles poderão funcionar... um dia". Por exemplo, o atualizado Windows Media Player pode agora enviar músicas para um outro aparelho na sua rede: um Xbox, moldura digital de retratos, uma outra máquina com Windows 7, e assim por diante. Porém, os outros aparelhos precisam ter certificação D.L.N.A., algo que você terá que saber que refere-se a um padrão de compatibilidade do setor.
Ou, no caso da nova tela Device Stage, quando você conecta um aparelho ao seu PC, é de se esperar que veja a fotografia do aparelho, nome do modelo e uma lista de recursos relevantes. Mas até que os fabricantes de periféricos embarquem nessa onda, você muitas vezes só verá ícones genéricos.
Até mesmo o recurso de multitoques do Windows 7 encaixa-se nessa categoria. Nos novos laptops e até mesmo desktops dotados de telas de multitoque, você pode arrastar dois dedos sobre a tela para girar fotos, mover documentos e aplicar o zoom, exatamente da forma que se faz em um iPhone.
Mas os softwares precisam ser reescritos para entenderem esses gestos.
Por exemplo, eles todos funcionam no Photo Gallery da Microsoft, mas somente os gestos para ativação de zoom funcionam no Picasa do Google.
Você passará por frustrações ao perceber que esticou desajeitadamente um braço, passou os dedos sobre a tela e tudo o que surgiu foram manchas gordurosas.
Agora, o Windows 7 é ainda um Windows. Ele ainda é protegido contra cópias, e ainda requer software antivírus e o seu visual ainda não é consistente de um canto a outro da tela.
Por outro lado, ele também é ainda um Windows no bom sentido, o que significa que é uma entrada para uma gama de produtos de âmbito mundial - um vasto catálogo de opções de softwares e computadores. Este Windows é um vencedor caso você esteja buscando uma nova máquina, ou se neste momento você estiver usando o Vista com insatisfação.
Acima de tudo, o Windows 7 significa que os funcionários da Microsoft podem agora aparecer em público sem evitarem fazer contato visual com os consumidores. Parece que, afinal, o 7 é mesmo um número da sorte.
Tradução: Danilo Fonseca

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Windows XP sairá de cena aos poucos; Vista resiste até próximo lançamento

por GUILHERME TAGIAROLI* | DO UOL Tecnologia

 

Com o lançamento do Windows 7, a Microsoft programa a retirada gradual do Windows XP. Após 18 meses ou o lançamento do primeiro pacote de correção do Windows 7, a empresa não permitirá mais que fabricantes vendam computadores com a opção de downgrade para o XP. Em 8 de abril de 2014, a previsão é que a empresa multinacional de software deixe de dar suporte e oferecer pacotes de segurança para o XP.
Segundo o diretor de produtos Windows da Microsoft, Ricardo Wagner, a regra que vigora para a continuidade de sistemas é chamada de "n menos dois". Assim como o Windows 98 foi descontinuado aos poucos, após o lançamento do Windows Vista, acontecerá o mesmo com o XP. Porém, Wagner ressalta que o processo será gradual. "Aqui no Brasil ainda levaremos um tempo, em função de partições públicas e empresas, que usam o sistema para aplicações específicas".
O diretor ainda afirmou que durante estes 18 meses, quem comprar computadores com Windows 7 Professional, poderá solicitar o downgrade para o Windows XP Professional, ainda que a versão do Windows 7 tenha a opção que rode programas do XP.
Quanto ao Vista, a tendência é descontinuar o suporte, com a vinda de um novo sistema operacional. Por enquanto, apenas computadores com Windows Vista que estão em estoque serão comercializados. A partir do lançamento, todos os computadores já virão com o Windows 7 —até mesmo netbooks que geralmente tem configurações de hardware mais leves.

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Primeiros compradores do Windows 7 em SP fazem criticas à Microsoft

por Clayton Melo, do IDG Now!

 

O lançamento do sistema operacional Windows 7 na unidade Itaim do hipermercado Extra, a partir da zero hora desta quinta-feira (22/10), teve direito a mestre de cerimônias, balões verdinhos - cor da embalagem do software -, promotoras sorridentes e fila. A ocasião contou com boa quantidade de público, presença de jornalistas e executivos de tecnologia, entre os quais o presidente da Microsoft Brasil, Michel Levy.
Se a empresa preparou todo o aparato profissional para causar barulho com a chegada do produto, houve consumidores que não gostaram nada do tratamento dispensado pela Microsoft na ocasião.
Pouco antes da meia-noite, o IDG Now! identificou três clientes que estavam na fila para comprar o software. Posicionados entre os primeiros, Diogo Ferreira, Mickaill Snak e Edson De Nadal - que se dizem consumidores fiéis da Microsoft há muitos anos -, criticavam o fato de não haver condições especiais de compra para quem encarou a fila no lançamento.
Reclamaram também do fato de a Microsoft não ter uma política de benefícios para o consumidor brasileiro que queira migrar do Vista para o Windows 7. "Estou decepcionado. Não houve pré-venda no Brasil. No exterior, ela começou há alguns meses e ofereceu o Windows 7 por quase 50% a menos que o valor normal de mercado", afirmou Ferreira, que é advogado. "Por que o brasileiro é sempre penalizado?", pergunta.
Também advogado, Snak engrossa o coro. "São os pecados que a Microsoft comete. Eles precisam dedicar mais atenção ao mercado brasileiro", diz. "A empresa deveria valorizar mais clientes como nós, que viemos aqui e estamos dispostos a pagar pelo produto", reforça De Nadal.
Embora digam rechaçar versões piratas do sistema operacional, cobrar caro pelo software e não oferecer vantagens na compra para clientes significa abrir espaço para a o mercado de cópias não genuínas do sistema operacional.
Informado da queixa dos clientes, Michel Levy afirmou que o mercado brasileiro figura entre os mais importantes para a Microsoft e que a estratégia adotada para o lançamento do Windows 7 trata de modo equânime os diferentes mercados."O Brasil é uma das regiões mais relevantes para a Microsoft hoje", completou.

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Windows 7 aposta em rapidez e facilidade para superar Vista

por ANA IKEDA | Do UOL Tecnologia

 

Muitos dizem que o Windows 7 não passa de um Vista disfarçado. Será? O novo sistema operacional da Microsoft, lançado nesta quinta (22 de outubro), traz uma lista considerável de novidades. Até mesmo a inovações gráficas, que poderiam nos fazer lembrar do Vista, acabam distanciando o Windows 7 do antigo sistema.
A principal reclamação dos usuários do Vista era a lentidão geral do sistema, cuja culpa foi posta justamente nos novos recursos gráficos, como o Aero, para melhorar a interface para o usuário. Parece que com os erros aprendidos, a Microsoft resolveu acelerar o Windows 7: o sistema roda mais rápido, a começar pela instalação, feita em poucos passos.
Além disso, o sistema vem com memória dinâmica. "Assim, só os aplicativos em uso consomem memória, o que torna a utilização multi-tarefa muito mais rápida", diz Osvaldo Barbosa, diretor do grupo de consumo e online da Microsoft Brasil.
Outras tarefas que mostram a rapidez do novo sistema são a cópia e a transferência de arquivos de uma pasta para outra, que são feitas num piscar de olhos. As atualizações, que sempre surpreendiam o usuário com avisos nas horas mais inoportunas, agora estão organizadas num programa. Ele condensa todos os avisos de atualizações, que só são baixadas quando você quiser.
Os Meus Documentos viraram Libraries, que agrupam as pastas Documentos, Música, Imagens e Vídeos. A biblioteca é inteligente e adiciona todo conteúdo novo diretamente na lista do Windows Media Player (você não vai ter que esperar a sincronização entre os dois).
Na parte visual, o Windows 7 lembra o Vista, mas traz várias coisas novas. A barra de tarefas é a principal delas. Janelas de um mesmo programa são agrupadas imediatamente. Caso você tenha o costume de utilizar certos programas com mais frequência, basta usar a função "pin" para fixá-los na barra.
Aqueles retângulos das janelas minimizadas na barra deram adeus definitivo. Você vai ver agora pequenos ícones do programa e isso economiza bastante espaço na barra.
Do Vista, ficou aquela pré-visualização das janelas, porém, agora elas aparecem maiores no Windows 7, o que permite que você identifique melhor seus conteúdos. A Microsoft também caprichou nos temas para desktop e novos gadgets (aqueles que ficavam agrupados numa barra lateral no Vista), além do wallpaper trocar automaticamente conforme você programar.
E o recurso Aero, foi extinto? Pelo contrário, ele ganhou três recursos novos: o Aero Peek, que mostra a área de trabalho, tanto para maximizar ou minimizar todas as janelas abertas; o Aero Snap, que melhora a comparação de duas janelas abertas, basta arrastar cada janela para uma lateral da tela que elas ocuparão apenas metade do espaço; por último, surge o Aero Shake que serve para minimizar todas as janelas de uma vez, basta chacoalhar uma delas.
Dá para ver ainda as janelas em três dimensões, como se você usasse vários desktops de uma vez.
Segurança
Em termos de segurança, a Microsoft acabou enfim com a inicialização automática de arquivos de pendrives e mídias externas, o que deve salvar usuários desavisados de executar vírus escondidos nesses dispositivos. Além disso, é possível gerenciar contas de usuários e permissões mais facilmente.
Para aqueles que forem utilizar o novo sistema operacional em dispositivos touchscreen, o Windows 7 já está preparado. Os botões são maiores e o sistema, multi-touch, ou seja, você vai poder arrastar, rolar, aproximar, distanciar, rotacionar, dar um tapinha na tela, entre outras ações.
Com tantas novidades, a expectativa é que o Windows Vista seja aposentado definitivamente. Já em relação ao XP, não é possível afirmar o mesmo: ele domina o mercado até hoje, com 71,51% do total de usuários, segundo a NetApplications. O Windows em geral, inclusive, permanece no topo da lista como líder do mercado de sistemas operacionais, com 92%.

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Empresas podem levar até dois anos para aderir ao Windows 7

por Fabiana Monte, da Computerworld

 

O cálculo da consultoria Gartner é que o Windows 7 , lançado para o varejo nesta quinta-feira (22/10), comece a ganhar a adesão do mercado corporativo a partir da segunda metade de 2010 e do primeiro semestre de 2011. Este é o tempo médio considerado por analistas como plausível para que uma empresa avalie a substituição do sistema operacional usado em seus computadores.
De acordo com o Gartner, as companhias necessitam deste período para ter a garantia de que todas as suas aplicações e hardware serão suportados pelo Windows 7 e para colocar em prática testes-piloto com o novo sistema operacional. “É prática aguardar que saiam as primeiras correções do sistema operacional, para termos uma resposta do mercado e que os principais problemas que normalmente vêm com o sistema operacional sejam resolvidos”, diz Rodrigo Suzuki, gerente de TI da PromonLogicalis.
No Brasil, essa análise também é verdadeira. Uma pesquisa realizada por Computerworld em agosto, com 130 CIOs, indica que, embora 59,56% dos executivos pretendam transformar o Windows 7 no sistema operacional padrão de suas empresas, 33,09% deles devem fazê-lo no prazo entre um ano e dois anos e outros 52,94% ainda não definiram uma estimativa.
Qual é o benefício?
A decisão de fazer a substituição de sistema operacional deve ser baseada, em primeiro lugar, na análise da relação custo-benefício que o novo produto e o próprio processo de migração trarão para o negócio.
É difícil estabelecer quanto uma empresa gasta para fazer a migração de sistema operacional. Especialistas afirmam que é delicado fazer essa estimativa porque o valor varia em função de diversos aspectos, como número de máquinas envolvidas e complexidade do ambiente computacional, entre outros fatores. “Não é barato, porque o sistema operacional é o coração do negócio”, observa o responsável pela área de tecnologia da consultoria Everis no Brasil, Felipe Dáguila.
Por isso mesmo, é necessário identificar, claramente, quais ganhos a corporação terá ao fazer a substituição, seja em aumento no nível de segurança, novas funcionalidades do novo sistema operacional ou por exigência das necessidades do negócio. É preciso fazer a conta fechar. “Migrar por migrar não faz sentido”, ressalta o diretor da área de tecnologia da informação da consultoria Accenture, Ricardo Chisman.
XP ainda domina
A consultoria Forrester Research analisou os desktops de mais de 85 mil usuários de 2,6 mil empresas entre julho de 2008 e março de 2009. No fim deste período, constatou-se que 86% dos computadores usavam o XP como sistema operacional, contra 11,9% de participação do Vista. Na pesquisa da Computerworld, o cenário é semelhante, com 71,43% das empresas com Windows XP, 19,78% com o Vista e outros 8,79% com o Windows 98.
“Hoje, nosso sistema é basicamente XP e ele nos atende tão bem que a última avaliação que fizemos foi no início do ano passado, quando compramos um lote grande de notebooks”, conta o gerente de tecnologia da informação da Pif Paf Alimentos, Augusto Carelli, responsável por um ambiente com 750 computadores.
A ainda grande penetração do Windows XP no mercado corporativo atrapalha mas, ao mesmo tempo, incentiva a migração para o Windows 7, principalmente a partir de 2010 e 2011. Como a Microsoft anunciou que dará suporte ao XP até 2014, os CIOs que optaram por pular o Vista ainda têm um ou dois anos para decidir pela migração para o Windows 7, de forma a concluir o processo ainda dentro do prazo de suporte do XP.
O Chief Information Officer (CIO) do grupo alimentício Doux, Rafael Nicoleta, diz que, ao avaliar a possibilidade de trocar o sistema operacional, ele considera, em primeiro lugar, se o fabricante mantém o suporte e as atualizações de segurança para a versão atual. “Se tem, minha preocupação em fazer a migração é menor. Mas chega uma hora em que isso é crítico”, admite.
O executivo viveu na prática a necessidade de mudar para uma versão mais recente do sistema operacional em 2007, quando cerca de 50 máquinas da empresa ainda funcionavam com Windows 98. Os computadores foram alvo de ataque de vírus, devido a fragilidades de segurança do antigo sistema operacional.
XP x Windows 7
Na prática, o desafio que o Windows 7 enfrentará é ganhar a confiança dos CIOs acostumados ao XP e insatisfeitos com o Vista. Segundo 62,5% dos executivos que participaram da pesquisa da Computerworld, a próxima geração do Windows será melhor do que sua precursora mas, para 11,76% deles, o Windows 7 não será melhor que o XP. E 19,85% dos entrevistados não têm opinião sobre o produto.
A rejeição sofrida pelo Vista deu-se devido a deficiências do sistema operacional em relação à compatibilidade de hardware e software. A Microsoft garante que esse problema foi solucionado e que o Windows 7 é mais “inteligente” que o Vista.
A maior preocupação dos executivos da área de tecnologia em relação à migração de sistema operacional é a compatibilidade. O sucesso desse processo depende da certeza de que os aplicativos e o hardware funcionarão adequadamente com a nova versão da plataforma.
“Em geral, colocamos mais atenção para garantir que tenhamos continuidade em termos de aplicações. Isso vale tanto para a migração de versões quanto de diferentes sistemas operacionais”, diz Ricardo Chisman, da Accenture.
Também é necessário avaliar se a configuração de hardware dos computadores em uso tem fôlego suficiente para funcionar com o novo sistema operacional. Uma migração do Vista para Windows 7 é menos sensível à questão de hardware, porque a necessidade dos dois sistemas é semelhante. Em relação XP, os requisitos de hardware são maiores.
Segundo a Microsoft, 10 mil parceiros de hardware e software da empresa avaliaram as versões evolutivas do Windows 7, sugerindo alterações e dando comentários. E parte desse trabalho contemplou analisar a compatibilidade com dispositivos e aplicações.
A empresa informa que, atualmente, a taxa de compatibilidade do novo sistema operacional com softwares globais de grandes fornecedores varia de 95% a 97%. Além disso, a Microsoft decidiu trazer para o Brasil uma iniciativa mundial chamada “Application Compatibility Factory” (Fábrica de Compatibilidade de Aplicações), que trabalha em conjunto com desenvolvedores locais para garantir a compatibilidade dessas aplicações com o Windows 7.
Com foco em parceiros ainda menores, a Microsoft Brasil criou a Application Compatibility Academy (Academia de Compatibilidade de Aplicações – ACA) que realizará treinamentos, road shows e oferecerá cursos online de capacitação.
Para estimular as corporações a deixarem o XP para trás e adotarem o Windows 7, as versões do novo sistema operacional voltadas para o mercado corporativo contam com um recurso que emula uma máquina virtual onde aplicações compatíveis apenas com o XP podem rodar. A solução é chamada de XP Mode e de Microsoft Enterprise Desktop Virtualization (MED-V), respectivamente, nas versões Professional e Enterprise.

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Microsoft considera lançar atualização do Windows 7 no Brasil em janeiro

por Nando Rodrigues, da PC World

 

A Microsoft afirmou que pretende avaliar a opção de atualização para o novo sistema operacional Windows 7 aos usuários que possuem o Vista.
O novo sistema, que chega ao varejo a partir desta quinta-feira (22/10), está disponível apenas nas versões completas (full) do Home Basic Full; Home Premium Full; Professional; e Ultimate.
Segundo o diretor do grupo de consumo e online da Microsoft Brasil, Osvaldo Barbosa de Oliveira, esse não é um problema restrito ao Brasil.
"O update online só está disponível nos Estados Unidos por conta de problemas relacionados a billing [cobrança]", diz o executivo.
Na maior parte dos países, Brasil inclusive, a venda dos produtos da Microsoft não é feita diretamente pela empresa e sim por intermédio do distribuidor ou revenda, daí a dificuldade de intermediar esse pagamento.
A Microsoft estuda formas de viabilizar a atualização, ou seja, uma versão mais barata do sistema operacional para quem já é usuário da plataforma Windows, prática que a empresa sempre adotou.
"O upgrade não está fora do radar e avaliamos que esta opção esteja disponível já a partir do segundo trimestre do lançamento do Windows 7", informa a gerente de marketing do grupo de consumo e online da Microsoft, Maria Heloísa Morel.
Estratégia de lançamento
Enquanto isso não acontece, o Windows 7 chega às lojas com preços compatíveis com as versões de atualização do Vista. A mais barata delas, o Windows 7 Home Basic Full, custa 329 reais.
Segundo Maria Heloísa, estudos feitos pela empresa à época do lançamento do Vista demonstraram que, no varejo, a venda de caixas de versões completas do sistema operacional foi superior à de atualização.
"Isso nos levou a procurar uma forma de simplificar as coisas na visão do consumidor no ponto de venda. Em lojas especializadas, não haveria problema, mas no grande varejo é mais difícil o consumidor comum entender a diferença entre a versão full e a atualização".
Nos Estados Unidos, a mesma versão do software sai por 199 dólares (cerca de 350 reais) e cai para 99 dólares (pouco mais de 170 reais). Esta diferença funciona como um incentivo principalmente para quem comprou o Vista e que, se migrar neste momento para o Windows 7, vai pagar o mesmo valor que aquele usuário que permaneceu no Windows XP.
Se você tem o Vista e está pensando em migrar para o Windows 7, o melhor a fazer é aguardar. Primeiro para garantir que os eventuais problemas da nova versão do sistema operacional sejam resolvidos. Depois, para se beneficiar do upgrade, que deve chegar no início de 2010.
Já quem utiliza o Windows XP e em um computador cuja configuração é incompatível com o novo sistema operacional, Osvaldo Barbosa diz que o melhor é partir para a compra de um PC novo e que já traga o Windows 7 instalado.
E para os usuários que resolverem migrar neste momento para o Windows 7 e eventualmente tenham dificuldades durante a instalação, a Maria Helena explica que Microsoft criou um serviço de suporte especial, por telefone num primeiro momento, e que pode ser estendido para o atendimento em casa, caso o problema não tenha sido resolvido.

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Windows 7 traz novos recursos para combater pirataria do software

por LILIAN FERREIRA | Do UOL Tecnologia

 

O Windows 7 nem tinha sido lançado oficialmente e camelôs da cidade de São Paulo já vendiam o novo sistema operacional da Microsoft por R$ 10. Mas, segundo Osvaldo Barbosa, diretor do grupo de consumo e online da Microsoft Brasil, estes sistemas piratas terão vida curta.
"O Windows não genuíno vai parar de funcionar gradativamente", explica. Ele conta que o Windows 7 possui mecanismos mais avançados para impedir a pirataria. Um dos recursos é varrer chaves de ativação clonadas e impedi-las de ativar e rodar o sistema.
Além disso, o novo Windows será capaz de realizar automaticamente verificação de autenticidade. Se for detectado que é uma cópia pirata, uma tela preta com o alerta de cópia não genuína é exibida no desktop.
"Ao comprar uma cópia pirata, você não sabe o que vem naquele DVD. Podem vir códigos para roubar dados", tenta alertar Barbosa. A segurança é o ponto principal na luta da Microsoft contra cópias ilegais.
Segundo a empresa, as cópias ficam sem atualizações importantes que deixam o computador vulnerável e não disponibilizam suporte e serviços de segurança da Microsoft. Um dos extras mais divulgados, apenas para quem tem Windows original, é o Microsoft Security Essentials — um software antivírus gratuito.

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Microsoft lança Windows 7 e quer melhores vendas de PCs

por Bill Rigby

 

NOVA YORK (Reuters) - A Microsoft lançou, nesta quinta-feira, seu novo sistema operacional Windows 7, seu mais importante produto em mais de uma década, que tem por objetivo reconquistar os consumidores após o decepcionante Windows Vista e reforçar seu domínio sobre o mercado de computadores pessoais.
A empresa, maior fabricante mundial de softwares, cujos programas são usados em mais de 90 por cento dos computadores do mundo inteiro, recebeu críticas positivas ao novo sistema operacional, que espera ajudará a reconquistar o ímpeto em termos de nova tecnologia das rivais como a Apple e o Google.
"Trata-se do primeiro lançamento realmente significativo do Windows em uma década", disse o analista Brendan Barnicle, da Pacific Crest Securities, à Reuters Television. "Devido aos erros cometidos com o Vista, as pessoas realmente passaram a questionar a relevância da Microsoft no espaço da tecnologia. Por isso, o lançamento é um primeiro passo essencial para a reconquista da credibilidade pela companhia."
O novo sistema operacional, que é mais rápido e menos abarrotado, além de contar com novas funções de touch screen, chega às prateleiras três anos depois do lançamento do Vista, que frustrou muitos usuários com sua complexidade e foi rejeitado por clientes corporativos.
O sucesso do Windows --que responde por mais de metade dos lucros da Microsoft-- é crucial para restaurar a imagem da empresa como a mais importante no mercado mundial de software, acredita o presidente-executivo, Steve Ballmer.
"Poucas coisas me deixam mais animado que a chance de começar as vendas e distribuição", disse Ballmer a um público que lotava o evento de lançamento do Windows 7, em Nova York. "Vocês ficarão incrivelmente impressionados".
Ballmer fez demonstrações, com outros executivos, de uma série de novos dispositivos que operam o Windows 7, desde laptops ultrafinos a computadores touch screen maiores, destacando um novo aplicativo de leitura para o Kindle, desenvolvido pela Amazon.com, e programas de televisão do canal CBS com streaming ao vivo.
As vendas do novo Windows não devem afetar de imediato os números da Microsoft, que deve anunciar lucro trimestral em queda na sexta-feira.
As ações da empresa chegaram a cair 0,5 por cento nesta tarde, mas fecharam a sessão em alta de 0,04 por cento, a 26,59 dólares.
MAIS BARATO QUE O VISTA
A Microsoft irá cobrar 199,99 dólares pela versão Home Premium do Windows 7, ou 119,99 dólares para clientes que desejem atualizar versões anteriores do sistema operacional --bem abaixo dos preços comparáveis no caso do Vista.
Também terá uma série de ofertas em cooperação com o grupo de varejo Best Buy e fabricantes de computadores como a Dell e a Acer.
Nos Estados Unidos, consumidores poderão pela primeira vez adquirir computadores equipados com o software diretamente de uma loja Microsoft, com a inauguração da primeira de uma cadeia de lojas marcada para esta quinta-feira na cidade de Scottsdale, no Arizona.

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Mozilla libera prévia de Firefox 3.6 beta

por Felipe Zmoginski, de INFO Online

 

SÃO PAULO - A Fundação Mozilla liberou hoje, para download, uma nova versão do navegador Firefox, que já inclui melhorias como novo motor JavaScript e sincronização nativa de bookmarks.
A versão liberada hoje e disponível no Downloads INFO ainda é chamada de prévia, pois um novo beta 3.6 será lançado dia 21 de outubro, um dia antes da estreia do Windows 7 com o status de “beta oficial”.
Entre as novidades da versão estão melhorias nos códigos responsáveis por restaurar o browser após ele ser fechado com várias abas abertas e um novo mecanismo para checar atualizações de plug-ins e complementos.
O beta 3.6 faz parte dos esforços da Mozilla para uma mudança maior no projeto do navegador, que vai estrear em 2010 com a versão 4.0.
Entre as novas características em desenvolvimento para o Firefox 4.0 está o uso de um recurso do tipo “acelerômetro” no browser, como acontece, por exemplo, com o iPhone. Assim, ao navegar num site e girar o notebook, a tela do site visitado pode mudar de posição entre vertical e horizontal.

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Com a chegada do Windows 7, Microsoft planeja abertura das suas primeiras lojas

por Silvio Sousa Cabral

 

As primeiras lojas de varejo da gigante de Redmond deverão abrir a tempo para aproveitar o lançamento do seu próximo sistema operacional para desktops, previsto para a próxima quinta-feira. Uma fonte do jornal norte-americano The Wall Street Journal sugere que apenas a primeira delas abrirá antes (ou no mesmo dia) do lançamento do Windows 7, no estado norte-americano do Arizona.
O estabelecimento em questão fica na cidade de Scottsdale e aparenta estar quase pronto para inauguração nos próximos dias. Enquanto isso, na Califórnia, uma outra loja da Microsoft — situada em Mission Viejo — também está próxima de ser completada, mas não deverá abrir a tempo para o lançamento do Windows 7.
Ao contrário do que se imaginava, uma estratégia muito mais cuidadosa de expansão está sendo adotada pela Microsoft, que aguardará a reação do público a essas duas primeiras lojas antes de se aventurar na construção de outras. A proposta da empresa para elas é muito mais complicada do que a das Retail Stores da Apple foi há quase dez anos, pois envolverá muitos choques com diversos parceiros de hardware (para escolha de produtos) e outros revendedores, que existem em grande quantidade pelo mundo.
Falando na Apple, é importante lembrar que essas lojas da Microsoft carregam um toque de inspiração em Cupertino, contando com “Guru Bars” e estando situadas bem próximas a algumas Apple Retail Stores. Além disso, surgiu há algumas semanas um rumor de que a gigante de Redmond também estaria contratando pessoal vindo de lojas da Maçã.

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Planejamento volta a defender rede pública de banda larga

por Fabiana Monte, da COMPUTERWORLD

 

Secretário do Ministério do Planejamento quer usar rede de fibra óptica do setor elétrico para colocar em prática plano nacional de banda larga.

O secretário do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, voltou a defender, nesta quinta-feira (15/10), na Futurecom, o projeto de criar uma rede pública de banda larga, utilizando a infraestrutura de fibra óptica da falida Eletronet e de outras empresas do setor elétrico.
A proposta de Santanna é uma das que vêm sendo discutidas no governo como alternativa para viabilizar um plano nacional de banda larga. O argumento do secretário é que a criação dessa rede pública incetivaria a concorrência no setor de telecomunicações e permitiria a oferta de serviços de banda larga a regiões do País onde ainda não há.
Santanna acredita que essa rede poderia ser usada, inclusive pelas próprias operadoras de telecomunicações, que precisam ampliar a capacidade de transmissão para atender à demanda por seus serviços.
O projeto do Ministério do Planejamento é criticado por especialistas do setor, que dizem que não cabe ao governo criar e gerenciar uma rede de telecomunicações, mas sim oferecer serviços de e-gov para a população que utilizem essa infraestrutura.
"O foco na infraestrutura é atrasado. O Estado investir em infraestrutura significa desviar recursos para algo que já é feito pela iniciativa privada", avalia o ex-presidente da Agência Nacional de Telecomunicações e presidente da Guerreiro Consult, Renato Guerreiro.
Santanna argumenta que não há porque deixar deixar de usar uma infraestrutura pública, que já recebeu investimento para ser criada.
Pelas contas do secretário, a rede de fibra óptica das empresas elétricas soma 31 mil quilômetros, o que permite alcançar 4.200 municípios com acesso via rádio na ponta final. O investimento para isso seria em torno de 1,3 bilhão de reais.
"Hoje o governo gasta 850 milhões de reais com serviços de comunicação. Parte desse valor seria economizado", afirma.
Além do Ministério do Planejamento, que já apresentou seu plano à presidência da República, o Ministério das Comunicações também prepara sua versão do plano nacional de banda larga.
De acordo com o secretário, caberá a um grupo de trabalho do governo - do qual Santanna faz parte - compilar as propostas e preparar o documento final, que poderá incluir desoneração fiscal.

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As prioridades de investimentos em segurança no próximo ano

por Bill Brenner, CIO/EUA

 

Pesquisa realizada pelas revistas norte-americanas CIO e CSO e coordenada pela consultoria PricewaterhouseCoopers indica quais serão os focos de investimento em segurança da informação no próximo ano. Para o estudo, foram ouvidos cerca de 7.300 gestores de TI de todo o mundo, os quais são atuantes nos segmentos finanças, saúde, serviços, varejo e governo.
Os resultados do levantamento apontam que questões como o acesso às redes sociais e a proteção de dados armazenados virtualmente, por exemplo, ainda tiram o sono dos líderes de tecnologia.
No caso das mídias colaborativas, como Twitter, LinkedIn, Facebook e outros, as preocupações dos CIOs são concentradas no desenvolvimento de processos que permitam que a companhia utilize os benefícios das ferramentas para incrementar os resultados do negócio e, ao mesmo tempo, impeçam o tráfego indevido de informações e o compartilhamento de dados sigilosos por usuários maliciosos ou criminosos virtuais.
Já no que tange à virtualização e o modelo de cloud computing (do inglês, computação em nuvem), os gestores de TI ainda não têm o conhecimento e a experiência de uso necessários para vislumbrar todos os riscos envolvidos. Isso porque, quanto mais da infraestrutura é terceirizada a prestadores de serviços, menos controle as empresas possuem sobre a segurança de seus dados e sistemas.
O estudo mostra que, embora a proteção de informações seja regulamentada por agências reguladoras em muitos setores, os CIOs ainda não acham que os processos e ferramentas utilizados atualmente são suficientes para blindar as companhias contra as ameaças internas e externas.
Nesse contexto – e por meio dos comentários dos gestores que participaram da pesquisa – foi possível elaborar o ranking das questões de segurança que receberão mais investimentos em 2009:
1. Biometria – para gerenciamento de acesso a dados sigilosos
2. Filtros para barrar conteúdos inadequados da web
3. Processos de proteção de informações secretas
4. Senhas seguras – obtidas por meio de tokens
5. Ferramentas de proteção dos sistemas de voz sobre IP
6. Monitoramento da web 2.0
7. Gerenciamento de identidades
8. Criptografia de mídias removíveis

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Adobe revela novos recursos do Photoshop

por Macworld/Reino Unido

 

Vídeo divulgado no Facebook mostra ambiente 3D para uso de pincéis, além de uma nova ferramenta que permite articular objetos com pontos de interseção

A Adobe publicou um vídeo no site de redes sociais Facebook que mostra alguns dos novos recursos que devem estar na nova versão do Photoshop. Entre as mudanças estão novas formas de pincéis e uma nova ferramenta de distorção.
O vídeo mostra o pincel sendo molhado em uma paleta de cores e usado para misturar as tintas na tela como um quadro comum. Quando as cores se juntam, o programa faz a mistura automaticamente, trazendo cores novas. Ele também mostra uma pequena janela com um desenho do pincel 3D para mostrar qual a posição que o pincel se encontra, de acordo com os movimentos do mouse.
Outra característica apresentada é similar à ferramenta Pupper do After Effects. Ela permite que o usuário deforme as imagens colocando pontos para articular áreas que não devem ser mexidas.
A Adobe não confirmou que esses novos recursos farão parte do próximo Photoshop CS5 – ou qualquer outra versão do Photoshop – mas mostra que essas tecnologias já estão prontas e poderão fazer parte de uma próxima atualização.

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Governo de São Paulo lança banda larga a preços populares

por Bruno Roberti

 

O governo de São Paulo vai oferecer banda larga com preços baixos para atingir o público de menor renda do Estado. O projeto, chamado de Banda Larga Popular, foi assinado nesta quinta-feira pelo governador José Serra.
Os preços máximos serão de R$ 29,80 por mês - o governo abriu mão do ICMS, que antes era de 25%. As empresas que oferecerem banda larga a partir de amanhã, pelo valor estipulado, já ficam isentas do imposto.
O serviço vai oferecer conexões de 200 Kbps até 1 Mbps, sem limite de horário ou tráfego de dados. O Governo vai contar com parceria de operadoras de banda larga fixa e móvel.
Por enquanto, só a Telefônica aceitou a parceria. A empresa vai vender um pacote de 250 Kbps, a partir de 9 de novembro, por R$ 29,80, já com modem, instalação e provedor, para 501 cidades em São Paulo. O pacote de internet rápida mais barato que a Telefônica oferece hoje é o Speedy 500, que sai por R$ 49,90 mensais.
Das operadoras de telefonia móvel, a Vivo confirmou que vai fazer parceria com o Governo, mas não revelou mais detalhes. A TIM afirmou que a iniciativa de Serra é importante e está analisando o decreto, mesmo posicionamento da Claro. Já a Oi descartou o serviço, pois no Estado de São Paulo atua apenas com banda larga corporativa e internet móvel 3G.
Serra diz que pretende atingir 2,5 milhões de pessoas com banda larga. “Nossa meta é conectar metade das residências paulistas”, afirmou em post no Twitter.
Segundo dados do PNAD, do IBGE, quase 2,5 milhões de domicílios podem ser beneficiados pelo programa. Hoje, 31,4% das casas do Estado têm acesso à internet banda larga. Já a internet discada chega a 12,7% das residências.

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Google vai lançar loja online de livros eletrônicos

por Bruno Roberti

 

O Google planeja lançar uma loja virtual de livros eletrônicos no primeiro semestre de 2010.
A iniciativa da empresa deve contar com cerca de 500 mil livros, apoiado pela parceria já consolidada com as editoras.
Segundo informações da Reuters, os livros eletrônicos do Google podem ser comprados diretamente pelo site ou por meio de lojas online como a Amazon ou a Barnes and Noble.
O projeto, chamado de Google Editions, chega para concorrer com o Kindle, da própria Amazon, que recentemente introduziu o e-reader em 100 países fora dos Estados Unidos.
Porém, diferentemente do que é oferecido pelo Kindle, quem comprar livros pelo Google poderá acessá-los de qualquer dispositivo ou computador com acesso à internet.
Ainda de acordo com a matéria, o Google planeja compartilhar a receita com as editoras e com as lojas online, caso os livros sejam comprados pelos sites de terceiros.

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YouTube supera marca de um bilhão de vídeos visualizados por dia

por Rafael Fischmann

 

YouTube 1 bilhãoCaçamba! O Google anunciou hoje, de maneira muito orgulhosa, que o YouTube acaba de bater a marca de um bilhão de vídeos visualizados por dia. O anúncio — inacreditável e até meio incompreensível — veio do seu próprio CEO e co-fundador, Chad Hurley.
O número supera (e muito) os 10 milhões previstos pela comScore, porque esta só considera a audiência dos Estados Unidos, enquanto a marca divulgada hoje é global. Apresentando o total de forma diferente, é dizer que o YouTube recebe atualmente 11.574 pageviews por segundo, ou que ele entrega um milhão de pageviews a cada 90 segundos.
A comemoração de hoje não coincide exatamente com a quebra da marca — isso parece já ter acontecido há algumas semanas. O motivo de festa é que faz exatos três anos que o YouTube foi adquirido pelo Google por US$1,65 bilhão.

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RJ estreia site para publicar gastos e aumentar transparência para Rio 2016

por Redação do IDG Now!

 

Transparência Olímpica promete detalhar previsão de custos e montantes gastos, além de cronogramas das obras que preparam Rio de Janeiro para 2016.
A Prefeitura do Rio de Janeiro estreou nesta quinta-feira (8/10) o site Transparência Olímpica, prometendo publicar gastos e cronogramas referentes às obras que prepararão a capital fluminense para receber os Jogos Olímpicos de 2016.
Segundo comunicado da prefeitura, o site reproduzirá detalhes dos projetos, como cronogramas das obras e monitoramento de seus andamentos e mostrará os gastos previstos e atingidos por cada uma das iniciativas.
Atualmente, a página de projetos dentro do site lista sete iniciativas, que contemplam da recuperação ambiental da Bacia do Jacarepaguá à criação de corredores de ônibus, ainda sem gastos estimados.
Um mapa do Rio de Janeiro mostrará onde as obras serão realizadas e todo o material apresentado ao Comitê Olímpico Internacional (COI) durante a escolha da sede estará disponível para consulta.
O Transparência Olímpica também conta com feeds no formato XML que estruturam e oferecem os dados publicados no site em linguagem aberta, o que facilita a criação de mashups para facilitar a criação de serviços online para fiscalização dos gastos.
Inovação na administração pública carioca, a iniciativa já vem sendo contemplada pelo Estado de São Paulo por meio do programa Governo Aberto São Paulo, que pretende oferecer até o final do ano bases de dados integrais e em linguagens abertas que permitam a reutilização das informações em novos serviços digitais.

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Microsoft divulga maior correção da história do Windows

por Alexandre Freire

 

A Microsoft vai liberar na próxima terça-feira o maior pacote de atualização de segurança de sua história. O pacote fará correção de falhas em todas as versões do sistema Windows, assim como brechas nos softwares Internet Explorer, Office e SQL Server
Todas as versões do Windows receberão correções, além de programas como o Internet Explorer, Office e SQL Server. Oito dessas correções são consideradas "críticas", o nível mais grave no ranking da Microsoft. Ao todo serão 13 correções, uma a mais que os pacotes recordistas até então, de fevereiro de 2007 e outubro de 2008.
Pela primeira vez a empresa incluirá correções para o Windows 7, sistema operacional que será lançado no próximo dia 22. Muitas pessoas em todo o mundo já usam o software, tanto em sua versão de testes (beta) quanto numa versão final que foi liberada gratuitamente para download há cerca de dois meses.

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Microsoft terá Office mais barato

por Mauricio Grego

 

Office Product Key Card: ativação para um PC apenas

O Product Key Card, que permitirá a ativação de cópias de demonstração do Office, será vendido como licença individual.

No caso da edição Home and Student, hoje a mais barata e a mais vendida no varejo, isso representa uma mudança na forma de comercialização. Esse pacote, que custa cerca de 200 reais no Brasil, inclui licenças para instalação do Office em três micros. Como noticiei neste blog, a Microsoft divulgou, entre outras coisas, que vai vender um cartão com número de série para ativação das cópias de demonstração do Office que vêm pré-instaladas em muitos computadores. Outras pessoas observaram um detalhe que havia me passado despercebido: a imagem do cartão divulgada pela Microsoft (acima) traz, impressa, a frase “For 1 preloaded PC only” (para um PC pré-instalado apenas).

O cartão na foto é para a edição Home and Student. Isso indica que a empresa tem a intenção de vender essa edição do Office 2010 também na forma de licenças individuais, presumivelmente por um preço mais baixo que o do pacote com três licenças. As duas opções gratuitas do Office 2010 - Starter e Office Web - trazem apenas parte dos recursos do pacote. Assim, o Home and Student individual será a opção mais barata que inclui todos os recursos dos aplicativos mais usados. A Microsoft diz que também haverá cartões de ativação para outras duas edições do Office: Home & Business e Professional. Mas é bom notar que o anúncio foi feito nos Estados Unidos. E não sabemos, ainda, se essa forma de comercialização será oferecida no Brasil.

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Microsoft Office for Mac 2008 Business Edition chega ao Brasil na semana que vem

por Rafael Fischmann

Caixa do Microsoft Office 2008 for Mac Business Edition

 

A Microsoft Brasil anunciou hoje que lançará o Office for Mac 2008 Business Edition no Brasil no dia 15 de outubro, próxima quinta-feira. A suíte está disponível para compra no mercado internacional desde 15 de agosto.
“Este é um momento estimulante para a Microsoft com as atualizações de nossos produtos atuais e o primeiro anúncio público sobre essa nova versão do Office para Mac. Há anos, focamos em oferecer o melhor aplicativo do Microsoft Exchange for Mac e o Web Services Edition oferece isto hoje aos usuários do Entourage”, afirmou Renata Rocha, gerente de marketing da divisão de jogos e entretenimento da Microsoft Brasil.
O Office 2008 for Mac Business Edition chega às lojas brasileiras custando R$1.000 em sua versão completa, com a atualização (válida para quem já possui o Office 2008 for Mac) saindo por R$600. O Office 2008 for Mac Home and Student Edition continua disponível no varejo, por R$300.

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Walt Mossberg publica análise bastante positiva sobre o Microsoft Windows 7

por Rafael Fischmann

 

Logo do Microsoft Windows 7Ok, os preços do novo sistema operacional da Microsoft poderão não ser lá muito atrativos no Brasil, mas, a exemplo dos comerciais veiculados recentemente pela empresa (esqueçamos aquela “Launch Party”), parece que Steve Ballmer acertou a mão desta vez.

O famoso colunista de tecnologia do Wall Street Journal, Walt Mossberg, publicou agora há pouco sua análise completa sobre o Windows 7, colocando-o como o primeiro SO da Microsoft capaz de competir com o Mac OS X em muitos anos. O especialista diz que o sistema corrige praticamente todas as falhas do fracassado Vista — agora mais rápido, estável, compatível e menos “chato”.

Uma das grandes vantagens do Windows 7, na opinião de Mossberg, é a sua barra de tarefas renovada, agora com pré-visualização de janelas e controles embutidos. O curioso é que boa parte da sua funcionalidade/interface, segundo ele mesmo, parece ter sido “emprestada” do Dock do Mac OS X — algo bastante comum na história do Windows.

No lado oposto, Mossberg critica a impossibilidade de upgrade de sistema para usuários do Windows XP (ainda o mais popular entre usuários de PCs, mesmo tendo sido lançado já há oito anos), ausência de softwares básicos embutidos (como gerenciador de emails, organizador de fotos, calendário, etc.) e uma maior vulnerabilidade a vírus e outros softwares maliciosos.

O Windows 7 chegará oficialmente ao mercado no próximo dia 22. Estou curioso para testá-lo.

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Google leva opções de filtragem de buscas para a sua versão mobile

por Rafael Fischmann

 

As Google Search Options — que foram recentemente ainda mais aprimoradas no desktopchegaram hoje à versão móvel do sistema de buscas do Google, acessível via iPhones/iPods touch, Palm Pres e dispositivos com Android.

Google Search Options no iPhone

A lista de filtros não é tão grande quanto no desktop, mas já permite que o usuário restrinja os resultados por conteúdo (web, fóruns e resenhas), tempo (recentes, 24 horas, semana, ano ou datas específicas) e tipo (padrão, imagens ou mais texto). Como você pode ver pela imagem acima, também é possível combinar múltiplos filtros em uma só busca.

É bom lembrar que essas novidades sempre chegam primeiro à versão internacional do Google, em inglês.

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Usabilidade, arquitetura da informação e e-commerce

por Luiz Dias

Humanizar o processo é decisivo na hora de converter interesse em venda. A informação deve ser construída para seres humanos, de modo que comprar online traga segurança, satisfação e comodidade.
Dia após dia somos soterrados por um sem-número de informações. Leis, placas de trânsito, números de telefones, compromissos, televisão, rádio, internet, todos querendo nos vender, todos querendo nos comprar. Não há dúvida que precisamos de boa parte dessa informação disponível, mas, nesse emaranhado de hiperinformação, você consegue assimilar toda a informação que precisa?
Segundo o psicólogo Davis Lewis, essa sobrecarga de informação sobre cada um gera o que ele chama de síndrome da fadiga da informação. Estresse, tensão, irritabilidade, dificuldade de concentração são apenas alguns sintomas negativos dessa nova era.
E no que esse fenônomeno impacta seu negócio? Em rigorosamente tudo! Como o gerente de e-commerce vai vender serviços e produtos nesse mar de luz neón? É por isso que a arquitetura da informação é mais que útil, é necessária. Justamente para simplificar o que é complexo.
A arquitetura da informação em suma consiste em equacionar da maneira mais precisa as características e as necessidades do usuário e do conteúdo, além de destacar as informações mais importantes e suprimir as que não são necessárias.
Nesse contexto, a usabilidade também se apresenta como complemento imprescindível para atingir os objetivos com mais precisão.
Segundo Jakob Nielsen, a usabilidade não é mero “tornar mais fácil de usar”. O que é usabilidade então? No que ela nos ajuda, seja no front-end do seu site, seja em uma peça de e-mail marketing, por exemplo?
Facilitar a aprendizagem. Quanto antes o usuário interagir intuitivamente com a loja virtual, melhor.
Uso eficiente. Aumento gradativo de produtividade do usuário, depois que ele se habituou com o website.
Facilitar memorização/retenção. Capacidade desenvolvida pelo usuário de voltar a utilizar o e-commerce depois de determinado tempo, dispensando a necessidade de novo aprendizado.
Minimizar taxa de erros. Se divide em duas partes:
O quanto o usuário pode ser induzido a erro pelo próprio site.
O quanto o usuário pode se recuperar de um erro que ele cometeu navegando pela loja.
Satisfação subjetiva. Medida de satisfação do usuário navegando pela loja virtual.
Sendo assim, devemos concluir que humanizar todo o processo é decisivo na hora de converter interesse em venda. É preciso deixar claro para o cliente que ele não está lidando com máquinas.
A informação deve ser construída por seres humanos para seres humanos, através de processos cognitivos internos de cada pessoa, de modo que a credibilidade seja tanta, que comprar online seja a opção que traga mais segurança, satisfação e comodidade.

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Microsoft aposta no Windows Server como vedete da virtualização

por Andrea Giardino, da Computerworld

Para presidente mundial da unidade de servidores, nem o Google possui oferta de serviços tão abrangente quanto a gigante.
Apesar de a Microsoft ser vista como retardatária no segmento de virtualização, a empresa vem dando passos importantes na briga pelo mercado de servidores – estimado em 11 bilhões de dólares. Mas seu grande desafio tem sido enfrentar outro gigante, o Google, que inovou com o modelo de computação em nuvem, o cloud computing.
Em visita ao Brasil esta semana, o presidente mundial da divisão de servidores e ferramentas de negócios da Microsoft, Bob Mugçia conversou com exclusividade com a Computerworld um pouco sobre a estratégia da companhia para desbancar os concorrentes. Confira a seguir, trechos da entrevista:
Computerworld – Qual a estratégia da Microsoft para o mercado de servidores com o Windows Server?
Bob Muglia - Trabalhamos com o objetivo de fazer do Windows Server a melhor solução para o cliente. Olhamos os workflows que eles estão utilizando, quer seja para aplicações de banco de dados ou administração de redes. Queremos nos certificar de que o Windows Server atende às suas necessidades em relação a os outros produtos disponíveis no mercado, principalmente o Linux, nosso principal concorrente.
Sob essa ótica, temos foco na simplificação das operações, por isso a virtualização surge como uma estratégia importante. Hoje, apenas 20% dos servidores são virtualizados, mas acredito que com o tempo todos sejam.
CW – De que forma vocês vêm trabalhando a virtualização?
Muglia - Queremos assegurar que tudo funcione melhor e nesse processo vamos ganhando fatias de mercado. Prova disso é que o Windows Server detém 75% do mercado mundial de servidores, talvez um pouco mais no Brasil.
E sabem por que? Porque estamos integrando na oferta de nossos servidores a virtualização. Oferecemos uma solução de gerenciamento mais completa e abrangente do que os concorrentes, com as tecnologias de virtualização Hyper- V e VMware. De olho na questão da interoperabilidade, conseguimos gerir os ambientes físico, virtual e de aplicações.
CW – A computação em nuvem já está mudando paradigmas. Qual o cenário vislumbrado pela Microsoft?
Muglia - A evolução dos servidores permitiu às pessoas administrar grupos de máquinas e, assim, ter com a computação em nuvem ( cloud computing) a possibilidade de fechar contratos mais baratos ao fechar contratos sob o modelo de software como serviços. O que também chamo de computação elástica, que se baseia na escalabilidade.
Nossas soluções de computação em nuvem estão disponíveis tanto na forma de cloud privado ou público (oferecidas por nossos parceiros de hosting).
CW – Qual a maior demanda, computação em nuvem pública ou privada?
Muglia - Acho que teremos os dois modelos. Enquanto as grandes empresas preferem o privado, por questões de segurança, as menores vão querer o público pelo fator custo. Mas acredito que o cloud público deve predominar daqui há uns dez anos. Tudo vai depender de como as empresas vão se sentir em meio a um ambiente compartilhado.
CW – O Google revolucionou esse mercado de computação em nuvem. Como vocês enxergam seu maior rival?
Muglia – Eles têm uma oferta muito mais restrita. A infraestrututra de cloud deles é apenas compartilhada, serve apenas para poucas aplicações. O Google não têm um modelo para estender a ofertas no ambiente local, só em ambiente remoto. Nossa diferença é que oferecemos a possibilidade de escolha. Se quiser, o cliente pode trabalhar com nossos parceiros de hosting ou ter em casa.
CW – A Microsoft não teme o Google então.
Muglia – Não me entenda mal. O Google é um concorrente sério. A diferença é que temos uma base instalada muito grande de servidores e de aplicações, enquanto eles são mais restritos quanto à plataforma de aplicações que oferecem.
CW – Qual o tamanho do mercado de servidores e quais os impactos da crise?
Muglia – Esse é um mercado bem grande, estimado em 11 bilhões de dólares em 2008, fora 2 bilhões de dólares em serviços. É claro que sofreu impactos com a crise, tanto que no último ano, segundo dados da consultoria IDC, as vendas de hardware/ servidores encolheu no mundo todo em 15%.
Mas já vemos para 2010 uma retomada. Nós, particularmente, sentimos pouco essa queda. Tivemos um ganho de mercado significativo, passando de 73% para 75%.

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Google pode ser multada em R$ 5.000 por danos morais

Da Redação UOL

A Google do Brasil foi condenada a pagar R$ 5.000 de multa por danos morais relativos a uma comunidade do Orkut que ofendia uma mulher. O desembargador Marco Aurélio Fróes, da 9ª Câmara Cível do TJ (Tribunal de Justiça) do Rio de Janeiro, acredita que a empresa se omitiu ao não retirar a página do ar assim que foi alertada pela vítima.
No processo, que já está na segunda instância, o desembargador não culpa diretamente a empresa pela ofensa, pois o site serve apenas de plataforma gratuita para que usuários coloquem conteúdos próprios. Porém, segundo Fróes, a empresa precisou ser notificada, em primeira instância, para poder retirar o conteúdo e identificar o autor anônimo da comunidade.
"Apenas após a decisão judicial, a comunidade que difamava a autora foi retirada da internet e o autor identificado", disse ele. Pasche entrou com a ação no dia 30 de julho na Regional da Ilha do Governador, após procurar a empresa e não ter sido atendida.
Segundo a sentença, disponível no site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o motivo da condenação vem da "responsabilidade que decorre do desinteresse em averiguar a denúncia feita pela autora, tendo em vista reconhecer-se a impossibilidade de controle prévio de todos os dados lançados no site de relacionamentos".
A decisão ainda informa que a comunidade chamada "Eu já comi a Carla P.TAM/SDI" configura "grave ataque contra a honra de uma mulher". Por isso, a vítima inicialmente pediu indenização de R$100.000,00, abaixando para R$10.000,00. No dia 10 de setembro, enfim, ficou decidido que o valor da multa seria de R$5.000,00.
Em contato por telefone, a assessoria da Google, disse que a empresa, até o momento, não foi notificada oficialmente pelo TJ do RJ sobre a decisão em segunda instância. A Google ainda pode recorrer e ressaltou que tem um acordo de cooperação com o Ministério Público Federal para divulgação de dados à Justiça.

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O Windows 7 é rápido pero no mucho

por Mauricio Grego

Avaliado pelo INFOLAB, o Windows 7 mostrou-se bastante veloz. Mas fica atrás do XP e até do Vista em algumas tarefas específicas.
Em setembro, fizemos, no INFOLAB, uma extensa bateria de testes com o Windows 7. Esses testes forneceram dados para a reportagem de capa da INFO de outubro, que está agora nas bancas. Venho usando o Windows 7 há alguns meses e minha sensação é de que o sistema é bastante ágil. Há um claro avanço em relação ao Vista. No entanto, as medições que fizemos no INFOLAB mostram resultados variados. Um exemplo: o novo sistema operacional é mais rápido que o XP e o Vista ao desligar o micro. Mas demora mais para deixar o PC pronto para uso ao ligá-lo.
Outro teste que fizemos trouxe um resultado muito bom. Nele, duplicamos uma pasta com 171 MB de arquivos. O XP gastou 12 segundos. O Vista demorou 5 segundos, e, o Windows 7, menos de 1 segundo. Este último resultado sugere que o Windows 7 apenas criou um ponteiro para a segunda cópia e a liberou para uso, deixando para fazer a duplicação física quando isso fosse necessário. Ponto para o sistema de arquivos da Microsoft. Já em operações que fazem uso intenso da CPU, a diferença não é nítida. Ao compactar arquivos ou converter vídeo, por exemplo, o Windows 7 empata com o XP. No teste PCMark05, um benchmark antigo mas ainda útil por rodar em muitos micros, o resultado também é quase um empate. O Windows 7 foi 4% mais veloz que o XP.
Um dos programas de teste mais completos que empregamos no INFOLAB é o PCMark Vantage, que não roda em XP. Usando-o para comparar o Windows 7 com o Vista, notamos que o novo sistema ganha nas tarefas que envolvem imagens, filmes, música e comunicações. Perde em jogos e aplicativos de escritório. Na média, o Windows 7 foi 14% mais veloz que o Vista. Acho que o desempenho em aplicativos para escritório, hoje um ponto fraco, vai melhorar com o Office 2010. Assim como o Office 2007 foi otimizado para o Vista, o 2010 deverá ser ajustado para rodar melhor no Windows 7.
Fico devendo um post sobre o desempenho do Windows 7 em netbooks.

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Governo abre edital para recrutar pesquisadores em tecnologia

por Redação da COMPUTERWORLD

Instituições com doutores e doutorandos na área de TI podem indicar profissionais para participar de programa de pesquisa em inovação em Berkeley (EUA).
O Governo anunciou, nesta segunda-feira (5/10), a abertura de edital para empresas interessadas estabelecer negócios colaborativos com o Instituto Internacional de Ciências da Computação (ICSI), sediado em Berkeley (EUA). A oferta é resultado de acordos de colaboração firmados entre a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Movimento Brasil Competitivo (MBC) e o ICSI.
Podem participar organizações brasileiras que tenham doutores ou doutorandos na área de tecnologia da informação e comunicação. As instituições candidatas deverão indicar um de seus funcionários para participar do Programa de Visitante Brasil ICSI. Os selecionados realizarão pesquisas voltadas para inovação no ICSI durante nove meses, com todas as despesas pagas.
As propostas enviadas pelas instituições devem estar alinhadas aos objetivos da Política de Desenvolvimento Produtivo brasileira. Devem também coincidir com as áreas de pesquisas existentes no ICSI.
O edital do programa é encontrado no endereço site oficial do Movimento Brasil Competitivo.

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Senhas de contas do Hotmail vazam na web

por Computerworld/EUA

Mais de 10 mil contas de usuários do Windows Live Hotmail vazaram na rede semana passada, de acordo com dados do site de tecnologia Neowin.net. O website declarou que as informações foram postadas por um usuário anônimo no pastebin.com, na última quinta-feira (1/10).
O post foi retirado do ar imediatamente pelo website. “Neowin viu parte da lista postada e pode confirmar que as contas eram reais. A maioria parecia baseada na Europa”, disse o site. “A lista detalha mais de 10 mil contas começando do A até o B, sugerindo a existência de outras listas”. Contas com domínios @hotmail.com, @msn.com e @live.com estavam incluídas na lista.
As contas do Hotmail são frequentemente usadas para mais do que entrar no serviço de e-mail da Microsoft. Muitas pessoas entram com a mesma conta em uma ampla rede de propriedades online da empresa, incluindo a versão de testes do Office Online, o sistema de armazenamento online Skydrive e o Windows Live Messenger.
Ainda não se sabe como as contas foram obtidas. O Neowin acredita que elas são o resultado de uma invasão no Hotmail ou um golpe de phising em massa que pode ter enganado os internautas e roubado as informações de usuário e senha.
Os representantes da Microsoft nos Estados Unidos não puderam confirmar imediatamente as informações do Neowin. No entanto, a BBC afirmou que os representantes da empresa no Reino Unido estão cientes de que informações de contas foram divulgadas na internet e disse que está “investigando a situação e tomará medidas cabíveis o mais rápido possível”.

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Três coisas que os usuários do Vista sentirão falta no Windows 7

por Lincoln Spector, da PC World/EUA

Difícil dizer que o Vista deixará saudades, mas ele tem funções que deveriam estar no novo sistema operacional.
Como um ambiente para trabalhar e se divertir, o Windows 7 é superior ao Vista e pronto. Apesar disso, ele não é perfeito e que vem usando o Vista nos últimos dois anos provavelmente sentirá falta que algumas funcionalidades que a Microsoft resolveu retirar do sistema operacional.
Mas a situação não é assim tão desesperadora e se tais ausências realmente fizerem falta, saiba que é possível recuperar algumas delas.
Recuperação de programas ausentes
O Windows 7, para alegria de muitos e tristeza de uns poucos (ou o inverso, dependendo do grupo em que você leitor esteja) não traz mais, embarcadas aplicações como Windows Mail (Outlook Express no XP), Movie Maker e Photo Gallery.
Quem ainda continuar usando tais ferramentas pode fazer o download delas, gratuitamente e em versões mais recentes (e segundo a Microsoft, melhores), no site do Microsoft Live Essentials. Pelo menos por enquanto (quando esse texto foi produzido), o Movie Maker permanecia em versão beta.
Coloque seus favoritos de volta no menu Iniciar
O painel esquerdo do menu Iniciar do Vista apresenta uma lista de aplicativos favoritos no topo dos aplicativos recentemente utilizados. Infelizmente, o Windows 7 só oferece a lista dos mais recentes.
Para recuperar esta útil funcionalidade, clique em Todos os programs e arraste os aplicativos favoritos que estão faltando para o final do painel, segure-o lá até que seja exibida a lista dos recentes e então solte-o no topo da lista.
Antes que nos critiquem, tal funcionalidade no Windows 7 foi substituída pela possibilidade de arrastar o aplicativo desejado para a nova barra de ferramentas.

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Pesquisa aponta que mulheres dominam as redes sociais

por Redação do IDG Now!

Levantamento feito em 17 sites do gênero aponta que público feminino domina em 12 deles.
As mulheres são maioria nas redes sociais. Entre 17 sites analisados, 12 têm a maioria o público feminino como maioria, segundo levantamento feito pelo site InformationIsBeautiful.net, por meio da ferramenta Google Ad Planner, que oferece detalhes de todos os principais endereços da internet - exceto alguns sites do próprio Google.
Facebook e Twitter são compostos, cada um, por 57% de mulheres. Já no Flickr, 55% dos usuários são do sexo feminino. No MySpace a dominância feminina é mais clara: 64%, enquanto no Hi5 é 54%.
As demais redes com maioria feminina são: FriendFeed (55%), Ning (59%), Gaia Online (61%), Classmates.com (64%), Buzznet (64%), Tagget (64%), Bebo (68%). As redes sociais com igualdade relativa entre usuários homens e mulheres são LinkedIn, YouTube, DeviantART e del.icio.us.
Pelo levantamento, apenas o Digg tem maioria masculina, com 64% dos usuários homens. O Google Ad Planner é uma ferramenta que oferece dados demográficos sobre sites associados ao público-alvo estabelecido pelos anunciantes da companhia.

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Microblog Twitter terá versão em português em 2010

por Redação do IDG Now!

Cofundador declara que tradução do serviço de microblog para o português sai no início de 2010.
O Twitter terá sua versão em português em 2010, declarou o cofundador do site, Evan Williams, ao jornal Valor Econômico, durante um evento realizado na Califórnia, na sexta-feira (2/10).
O Brasil aparece em quinto lugar entre os países com maior número de usuários do serviço de microblog. A tradução do site estaria pronta, segundo Williams, no início do ano que vem.
Em junho, o Brasil assumiu a liderança em penetração do Twitter. Cerca de 5 milhões de usuários de internet - ou 15% dos cerca de 34 milhões de brasileiros que acessaram a internet no mês - visitaram o serviço de microblog, de acordo com dados da empresa de medição de audiência de internet Ibope Nielsen Online.
Com os números, o Brasil ficou à frente dos Estados Unidos, onde o Twitter é usado por 11% dos internautas, e Reino Unido, onde a penetração é de 9%. Atualmente, o Twitter possui versões em inglês e japonês.

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E-readers como o Kindle são vistos como hit do Natal

por Gabriel Madway

SAN FRANCISCO (Reuters) - Dispositivos de leitura eletrônicos, conhecidos como e-readers, podem se tornar o hit dos presentes de Natal na temporada de festas de fim de ano de 2009 nos Estados Unidos, com a nova leva de aparelhos portáteis que começa a se unir aos iPods e outros aparelhos mp3 na categoria de acessórios de desejo.
Analistas do setor ficarão de olho no número de e-readers vendidos à frente do lançamento de computadores "tablet" multimídia que possivelmente estão sendo desenvolvidos pela Apple e outras empresas do setor, e que poderiam alterar todo o ambiente competitivo.
A queda nos preços e o crescimento no número de livros digitalizados estão impulsionando a demanda por e-readers como o Kindle, da Amazon.com, e o Reader, da Sony.
Os pequenos e leve aparelhos atraem leitores, mas muitos os veem como a primeira versão de um acessório portátil para levar para todo canto, com o qual o consumidor poderá assistir a filmes e navegar na Internet, além de ler livros e jornais.
A ISuppli espera que as vendas de e-readers no mundo todo superem as 5 milhões de unidades neste ano, ante 1 milhão registradas no ano passado. Ainda teremos que ver se a atual versão de e-readers irá se tornar algo mais, ou se os tablets irão tomar o mercado.
"Há um tremendo potencial para que estes aparelhos se tornem mais multifuncionais", disse a analista da Forrester Research Sarah Rotman Epps.
Consumidores buscando presentes de Natal poderão comprar seus e-readers nas lojas da Wal-Mart e Best Buy, nos EUA. Em maio, a Forrester previa que 2 milhões de e-readers seriam vendidos só nos Estados Unidos neste ano, mas o centro de estudos agora espera que as vendas superem em muito esta previsão.

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Parceria coloca Flash Player em mais smartphones do mercado

por Bruno Roberti

A partir de agora, quem comprar um smartphone não vai sofrer por não conseguir ver vídeos ou navegar em sites que necessitem da tecnologia Flash.
Durante o encontro de desenvolvedores da Adobe, a empresa assinou uma parceria com fabricantes como o Google e RIM, que permite incorporar o Flash Player 10 diretamente nos celulares.
O chamado Open Screen Project também inclui empresas como Motorola, Nvidia, Palm, RIM, Broadcom, Nokia, Qualcomm, entre outras. Desta forma, celulares com sistema operacional Windows Mobile, Palm, Android e Symbian já vão aceitar a tecnologia a partir de 2010.
Mas, a empresa não tem por objetivo só os smartphones. Equipamentos que também usam processador ARM, como netbooks ou computadores portáteis, terão compatibilidade com o Flash Player.
Quem se decepcionou com a notícia foram os fãs da Apple, já que a empresa da mação não está no projeto e as próximas gerações do iPod Touch e do iPhone ainda não virão com a tecnologia embutida.

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Google e RIM aderem à iniciativa de plataforma aberta do Flash Player

por Redação do IDG Now!

Durante conferência de desenvolvedores da Adobe, Google diz que trabalhará no Open Screen Project; RIM deve levar Flash para o BlackBerry.
O Google anunciou no domingo (4/10) que se unirá ao projeto Open Screen, da Adobe, uma iniciativa que visa a ajudar desenvolvedores a criar mais facilmente conteúdo baseado na plataforma Flash em diversas telas - celulares, TVs, computadores e demais eletrônicos de consumo.
“Sempre acreditamos que plataformas abertas levam à maior inovação na web e vemos nossa participação no Open Screen Project como outro passo nesta direção”, declarou o vice-presidente de engenharia do Google, Bill Coughran, em um post no blog oficial da companhia.
Coughran disse ainda que está animado em trabalhar com as equipes da Adobe para levar a web adiante e ver aonde a próxima geração de desenvolvimento web os levará.
Nesta segunda-feira (5/10), durante a conferência mundial de desenvolvedores da Adobe, a fabricante Research In Motion (RIM), também anunciou sua adoção ao Open Screen Project, o que deve levar, em breve, toda a funcionalidade do Flash Player para rodar nos smartphones BlackBerry.
Como parte do Open Screen Project, a RIM levará a experiência de tecnologia Flash para os smartphones BlackBerry. “Isso permitirá que os usuários aproveitem conteúdos e serviços interessantes que os desenvolvedores da tecnologia Flash estão trazendo à web”, disse o vice presidente sênior da RIM, Alan Brenner, em um comunicado divulgado pela Adobe.

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Pão de Açúcar terceiriza infraestrutura de TI

por Tatiana Americano, CIO Brasil

De acordo com o diretor de tecnologia da informação do grupo, trata-se do maior contrato do tipo já assinado por uma rede varejista no Brasil

Desde que assumiu a posição de diretor de TI do Grupo Pão de Açúcar – que hoje representa a maior rede varejista brasileira –, em janeiro de 2009, Joaquim Dias Garcia tem o desafio de ajustar a área de tecnologia aos planos de expansão da companhia, a qual pretende dobrar de tamanho, nos próximos três anos. Como reflexo direto dessa estratégia, Garcia afirma que acaba de assinar um contrato de terceirização do data center e de toda a infraestrutura de TI da companhia, que hoje controla as operações do Pão de Açúcar, Extra, Compre Bem, Sendas, Assai e Ponto Frio.
Garcia prefere ainda não revelar o nome do fornecedor escolhido para o serviço, por conta da necessidade de definição de alguns detalhes contratuais. “Mas já posso garantir que trata-se do maior acordo de terceirização de TI já assinado por uma empresa varejista brasileira e, muito provavelmente, deve ser um dos maiores do País”, afirma o diretor. "E devemos anunciar ao mercado o contrato em breve", acrescenta.
Como reflexo direto desse acordo, ele planeja reduzir os custos fixos da área de tecnologia da informação e, assim, liberar parte dos recursos financeiros para investimentos de R$ 150 milhões que o grupo planeja realizar até 2012 na modernização dos sistemas e da infraestrutura TI da companhia.

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Conheça o perfil do líder de TI no Brasil

por Tatiana Americano, CIO Brasil

Estudo realizado pela CIO aponta que profissionais estão mais próximos das áreas de negócio.
Se a crise afetou a rentabilidade de muitas empresas e levou a um aumento do desemprego no Brasil, a confiança dos líderes de tecnologia da informação (TI) no País parece ter sido pouco afetada pelas turbulências internacionais. A constatação faz parte da primeira edição brasileira do estudo The State of the CIO 2009, promovido pela revista CIO, a partir de uma pesquisa com 260 líderes da área de tecnologia da informação de empresas de médio e grande portes. No levantamento, 77% dos entrevistados dizem que estão mais seguros no cargo do que estavam há um ano, quando os problemas na economia mundial tiveram início.
Alguns fatores justificam essa confiança dos executivos. O primeiro deles é a própria importância que a área de TI ganhou nos últimos meses, por conta das possibilidades de, a partir da tecnologia, reduzir custos operacionais e melhorar a produtividade das organizações. Por outro lado, os CIOs que por muito tempo ficaram reclusos ao universo técnico assumem hoje funções cada vez mais estratégicas nas organizações. Prova disso está no fato de que 49% dos profissionais que responderam ao estudo acumulam a responsabilidade pelo departamento de TI com a liderança de outras áreas da organização.
Especializado no recrutamento de executivos de TI, Jairo Okret, que atua como sócio da consultoria Korn/Ferry no Brasil, aponta que a crise serviu para aumentar a demanda por algumas competências que já eram esperadas dos CIOs. “Por exemplo, a habilidade de negociação e a capacidade de, a partir das necessidades do negócio, usar a tecnologia de forma criativa”, explica Okret. Em contrapartida, o especialista acredita que esses profissionais enfrentam um ambiente cada vez mais competitivo nas organizações e precisam estar mais capacitados a transitar por todas as áreas.
Cursos
Em linha com a visão do consultor, o The State of the CIO 2009 aponta que quase 81% dos executivos consultados no estudo possuem algum curso de extensão universitária. Dentro desse grupo, 80% fizeram MBA ou pós-graduação, 18% mestrado e 2% doutorado. “Isso mostra que o líder de TI está se preparando melhor para falar com as áreas de negócio”, cita Okret, ao considerar que o CIO tem sido cada vez mais cobrado por resultados corporativos e isso pode ser uma oportunidade para sair, definitivamente, do ambiente exclusivo de tecnologia.
A líder de TI da Alcoa, Tânia Nossa, representa um dos muitos exemplos de CIOs que, graças à capacitação diferenciada, conseguiram um lugar de destaque na organização. A executiva brasileira, que atua na fabricante de alumínios há 19 anos, acumula a diretoria da área de tecnologia da informação com a função de gerente-geral da divisão de Global Services Business para América Latina e Caribe. Formada em processamento de dados e em administração de empresas, Tânia conta que a soma do MBA em marketing com a experiência internacional – ela atuou durante um ano nos EUA como gerente global do portal da companhia – foram fundamentais para que a empresa a enxergasse como uma pessoa indicada para assumir a liderança da área de serviços. Ela assumiu essa posição no final do ano passado em paralelo com as funções de TI, que exercia há três anos.
Na posição de gerente-geral da divisão de Global Services Business, a executiva controla uma equipe de 453 profissionais responsáveis por prestar serviços de recursos humanos, compras e finanças para todas as subsidiárias da região. Além disso, seu departamento fornece soluções de tesouraria para todas as operações da Alcoa ao redor do mundo. “Por incrível que pareça, o fato de ter atuado por muito tempo com TI me ajudou, já que conhecia os diversos processos de negócio da companhia”, explica a executiva. “Assim, por mais que eu nunca tenha trabalhado com as novas áreas que passei a coordenar, nada foi novidade para mim”, complementa Tânia.

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Evento sobre Java reúne desenvolvedores internacionais

por Redação do IDG Now

Terceira edição do The Developer’s Conference 2009 acontecerá nas cidades de São Paulo, Florianópolis e Rio de Janeiro, em novembro.

Tecnologias Java para desenvolvimento de ferramentas da web 2.0 será um dos focos do The Developer’s Conference 2009. O evento é um dos maiores na área de desenvolvimento Java e reunirá importantes nomes da comunidade Java mundial.
Voltada a desenvolvedores experientes, arquitetos de software, gerentes de projetos e professores universitários, a conferência acontecerá em São Paulo (SP), nos dias 6 e 7 de novembro, em Florianópolis (SC) no dia 9 de novembro e no Rio de Janeiro dia 11 de novembro.
As presenças internacionais confirmadas estão Mike Keith, representante da Oracle nas principais especificações que relacionam Java e Banco de dados: EJB3 e JPA; Ed Burns, engenheiro da Sun, líder da especificação JavaServer Faces, utilizada para desenvolvimento de aplicações Web 2.0 da Sun Microsystems e Rod Johnson, fundador da SpringSource um dos principais causadores da revolução que tem acontecido em Java EE.
Informações e inscrições podem ser obtidas no site do The Developer’s Conference, pelo e-mail informações@thedevelopersconference.com.br ou telefones 11- 3145-2230 (para o evento em São Paulo e Rio de Janeiro) e 48- 3025-8575 (Florianópolis). As inscrições variam entre 125 reais (SC e RJ) e 250 reais (SP).

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O que a Olimpíada de 2016 no Rio tem a dizer sobre o mercado digital brasileiro

por Clayton Melo, do IDG Now!

Rio de Janeiro como sede da Olimpíada de 2016, a primeira a ser realizada na América do Sul em 113 anos dos jogos olímpicos da era moderna. País-sede da Copa do Mundo de 2014, torneio que desde 1978, na Argentina, não se realiza no continente sul-americano.
São os dois maiores eventos do planeta. Ambos organizados no País num intervalo de apenas dois anos, situação que colocará o Brasil no centro dos holofotes internacionais como nunca antes de viu na história deste País, como bem poderia dizer o presidente Luís Inácio Lula da Silva.
Estrela mundial
Mas não é necessário esperar até 2014 ou 2016 para que os brasileiros se reconheçam como estrelas internacionais - o Brasil já é o país da moda. Entre as razões que atraem os olhares do mundo para cá estão uma economia forte, capaz de sair da crise internacional antes das potenciais europeias e dos EUA, e uma política externa afirmativa, que inseriu o País nos grandes fóruns decisórios internacionais.
Apenas para citar mais um exemplo, a consolidação do G20, que reúne as vinte maiores economias do planeta, contou com participação direta do presidente Lula, um de seus principais articuladores. O grupo foi ratificado, durante encontro de chefes de estado em Pittsburgh, nos EUA, em setembro, como o fórum responsável pela tomada decisões de âmbito mundial. Ele substitui o G8, o conjunto das principais economias mais a Rússia.
Facebook e o mercado digital
A condição de ator global relevante do Brasil já se reflete nos negócios digitais, como se pôde ver durante recente visita ao País de Mark Zuckerberg, cofundador do Facebook. Maior rede social do mundo, com mais de 300 milhões de usuários, o site estuda abrir operação local em 2010, disse Zuckerberg durante palestra a estudantes da FGV, em São Paulo.
Uma rápida análise mostra também que, só neste ano, três companhias internacionais da área digital ingressaram ou confirmaram para 2010 o início de operação no mercado brasileiro.
A primeira delas foi a Eyeblaster, agência digital americana que montou escritório no Brasil em agosto. Presente em 37 países, a organização atuava no País, antes de montar sede, por meio de parceria com a Realmedia, companhia especializada em representação comercial de empresas de internet.
Polo de expansão
Presidente da filial brasileira da Eyeblaster, o executivo Carlos Medina afirmou na ocasião que a decisão de montar um escritório próprio no País partiu de duas motivações do presidente mundial da companhia, Gal Trifon. Uma delas se deve ao fato de que, quando representada pela Realmedia, a agência prestava apenas uma pequena parte de seus serviços. “Temos as ferramentas para celular e outras peças mais simples que poderíamos comercializar”, disse Medina em reportagem do IDG Now! do dia 28/8.
A outra razão está na visão estratégica de investir na América Latina. “Trifon percebeu que precisaríamos atuar no mercado de forma mais completa. Para isso, já montamos um escritório em Buenos Aires e abriremos em breve um em Bogotá”, afirmou Medina.
Agências internacionais
Uma das principais agências de publicidade digital dos Estados Unidos, a Razorfish anunciou em setembro sua expansão para a América Latina, incluindo a abertura de um escritório no Brasil, em 2010.
A operação latino-americana começará pelo País, mercado em que a agência tem como principal cliente o portal Terra. O diretor-geral para a América Latina será Jose Martinez, que atua na Razorfish desde 2000.
Por enquanto, o executivo continua a atuar no escritório da empresa em Nova York (EUA). Martinez se reportará a Dave Friedman, nomeado em junho presidente da companhia para as Américas. A Razorfish foi vendida em agosto pela Microsoft para o Publicis Groupe, organização francesa de mídia, que pagou 530 milhões de dólares pela agência americana.
Expedia no Brasil
A área de venda de viagens pela internet também é responsável por um movimento de porte. O Grupo Expedia, um dos principais desse no mundo, confirmou ingresso no mercado brasileiro, uma notícia antecipada pelo IDG Now! no dia 25/8. A organização, responsável pela reserva de 56 milhões de diárias e um movimento de 2,9 bilhões de dólares no mundo em 2008, terá escritório em São Paulo, que comandará a operação na América Latina. A atuação da empresa se dará por meio da marca de site de reservas Hoteis.com.
A Expedia optou por montar sede no País por considerar o mercado brasileiro promissor. Para dar uma ideia, o Brasil representa 50% do volume de negócios realizados pela Expedia na América Latina.
Dados do mercado digital de turismo também encorajam a investida. De acordo o instituto Jupiter Media, empresa especializada em tecnologia, esse setor faturou no mundo 3,2 bilhões de reais em 2007, valor que deve chegar a 10,2 bilhões em 2010, o que indica uma expansão anual de 31%.
No Brasil, esse segmento corresponde a 10% do mercado de viagens, com a expectativa de alcançar 22% no ano que vem, segundo o instituto. Nos EUA, ele representa 26% do mercado de viagens, com a projeção de alcançar 46% no mesmo período.
Outras investidas
Se voltarmos um pouco no tempo veremos que, no ano passado, o mesmo Publicis Groupe protagonizou outra investida no Brasil, por meio de sua agência de internet Digitas, que se instalou por aqui ao comprar a Tribal, empresa brasileira de comunicação digital. A organização francesa tem mais de 45 mil funcionários espalhados por 104 países e faturamento de 6,9 bilhões de dólares em 2008.
Um ano antes foi a vez da Isobar, rede inglesa de agências digitais, fincar bandeira em terras brasileiras depois de adquirir a AgênciaClick por 15,9 milhões de libras, mais 3,4 milhões de novas ações do conglomerado. Segundo a cotação da libra na época, a aquisição envolveria um total de cerca de 41 milhões de dólares - vale a ressalva de que a emissão das novas ações seria feita nos cinco anos seguintes mediante resultados.
Buscapé
A notícia mais retumbante, no entanto, surgiu na semana passada, com a venda de 91% do Buscapé para a Naspers, companhia sul-africana de mídia. O site brasileiro foi arrematado por 342 milhões de dólares, naquela que se tornou a terceira maior transação da história da internet brasileira. A negociação deu ao serviço brasileiro comandado por Romero Rodrigues o valor de mercado de 375,8 milhões de dólares.
A aquisição segue uma estratégia da Naspers de investir em grupos que atuam no setor de comércio eletrônico ao redor do mundo. Mais que isso, no entanto, a investida sobre o Buscapé reforça as bases para o grupo sul-africano explorar negócios no contexto da convergência de mídias.
Um dos fatores que justificam a tese é de que há boas perspectivas de combinação de negócios com outra organização com a qual a Naspers está ligada no País, o Grupo Abril - seu braço digital MIH Holdings detém 30% da empresa da família Civita, negociação que resultou na formação da MIH Brazil Participações Ltda. A negociação, fechada em 2006 por 422 milhões de dólares, permitiu o ingresso da Naspers no mercado brasileiro de mídia impressa e eletrônica.
Ambições
A estratégia que se desenha mostra que, com o Buscapé, a Naspers tem acesso a uma base de informações sobre tendências de consumo na área de comércio eletrônico, atributo reforçado com os estudos de consumo na web realizados pela e-bit, empresa controlada pelo site brasileiro de comparação de preços.
Somando-se esse ativo às publicações da Editora Abril, a Naspers tem condições de criar estratégias de marketing ou projetos comerciais focados em diferentes segmentos de público. Vista de outra forma, a Naspers reúne agora no País poder comercial, análise de consumo e conteúdo editorial.
Pela abrangência que sua operação adquire no País, percebe-se que a Naspers não está no mercado nacional a passeio, como disse ao IDG Now! em outra ocasião Índio Brasileiro, sócio-diretor do centro de treinamento avançado em técnicas de planejamento e gestão de projetos digitais I-Group. “Por ter feito aquisições milionárias no Brasil, a Naspers mostra que entra decidida a ser protagonista."

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Principais falhas relatadas por usuários do IE 8 e soluções

por ANA IKEDA | Do UOL Tecnologia

Num cenário de guerra acirrada no mercado de navegadores e usuários cada vez mais exigentes, o desempenho de um browser é um fator fundamental. O Internet Explorer, ainda líder do mercado com 65,71% segundo a Net Applications, chegou à versão 8 em português no mês de setembro. Mas, desde lá, alguns usuários que fizeram a atualização automática do navegador têm comentado sobre falhas e a necessidade de realizar o downgrade para o IE 7 como única solução viável.
As principais falhas estão ocorrendo com usuários que tentam utilizar o IE 8 em computadores com Windows XP ou o Windows 7 (Beta e RC). Ao mesmo tempo, uma parte delas não tem causa direta no browser, mas sim nos websites acessados (que ainda não são compatíveis) ou na falta de experiência do próprio usuário.
O UOL Tecnologia fez um levantamento pelo fórum sobre os bugs no IE 8. Acompanhe os principais erros relatados por usuários do navegador e as dicas que podem ajudá-lo.
O Menu Principal sumiu
Com o intuito de "melhorar" a visualização dos sites, o menu de Arquivos foi escondido e isso virou padrão no browser. Se você quer visualizar o menu novamente, clique no menu Ferramentas, localizado perto do canto superior direito da tela e depois em Barra de Ferramentas e então em Barra de Menu.
O browser não é tão rápido assim
Add-ons e barras de ferramentas antigas podem diminuir o desempenho do IE 8. Se não existem ainda versões mais novas para essas aplicações, você pode desabilitá-las. Acesse Ferramentas > Gerenciador de Complementos. Na nova janela, selecione Tipos de Complemento. No campo Tempo de Carregamento você consegue verificar quais add-ons estão mais pesados, quanto maior o número que aparece ao lado dele, pior o desempenho.
Numa primeira tentativa, você pode desabilitar todos os plug-ins e verificar se o IE 8 terá um desempenho melhor. Depois, habilite apenas add-ons dos quais realmente necessita. Na liderança da lista dos mais pesados, estão os plug-ins do Windows Live Messenger e Bing.
Para desabilitar barras de ferramentas antigas, clique com o botão direito na barra de comando para ver a lista de opções. A partir desse menu, você pode ativar e desativar as barras que desejar.
Não consigo instalar o browser no Windows 7 Beta
O Windows 7 Beta já inclui uma versão prévia do IE 8 aperfeiçoada para esse sistema operacional e que ainda está sendo testada. A versão final do IE 8 para o Windows 7 será lançada mundialmente apenas em outubro em conjunto com o sistema operacional.
Não consigo utilizar o novo sistema de busca do browser
Esse problema atinge principalmente usuários do Windows XP que instalaram no IE 8. Para usar todas as funcionalidades do novo sistema de busca, é necessário que o usuário do Windows XP instale o Windows Search 4. Após a instalação, reinicie o computador para que as mudanças tenham efeito.
Ao digitar, teclado fica lento e texto não corresponde ao que é digitado
Aparentemente esse é mais um problema causado pelos add-ons. Ao desabilitar os plug-ins pesados, a digitação é normalizada. Siga os passos indicados em "O browser não é tão rápido assim".
Se os problemas persistirem, outra alternativa é retornar às configurações padrão. Feche todas as janelas do IE. Abra uma nova janela e vá em Ferramentas>Opções de Internet. Clique em Avançado e depois em Restaurar padrões. Clique em ok, feche e reabra a janela para as mudanças terem efeito.
Lista de sites não aparece na barra de endereços
Se você acabou de instalar o IE 8 e tentar clicar na flecha da barra de endereços para acessar algum site, ela estará vazia. Conforme você acessar os sites, seja digitando o endereço na barra ou através do seu Favoritos, os endereços passarão a ser armazenados na barra e serão sugeridos quando você iniciar a digitação.
Meu Internet Banking não funciona no browser
Infelizmente, nem todos os sites estão adaptados ao IE 8. Você pode tentar utilizar o botão de Compatibilidade, que simula a visualização como se estivesse no IE7, mas essa opção nem sempre tem funcionado. Se o problema persistir, tente outro browser e envie uma reclamação ao banco para que o seu serviço de Internet Banking seja adaptado.
Java e Flash Player não funcionam
O problema geralmente atinge usuários do Windows XP. Você pode tentar solucionar a falha com a instalação das últimas versões, tanto da ferramenta Java 6 como Flash Player 10 .
Se mesmo assim os problemas persistirem e você ainda quiser utilizar o Internet Explorer, você pode voltar à versão 7 do browser. Para realizar o downgrade, acompanhe este passo-a-passo.

Outras opções para navegar na Internet:
Mozilla Firefox
Chrome
Safari

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Windows 7 poderá ser usado gratuitamente por até 120 dias

por Computerworld/EUA

Usuários da versão de testes do sistema terão tempo de uso estendido, sem ativação do produto.
Após rumores na internet, a Microsoft confirmou que o Windows 7 poderá ser usado em caráter de testes por até quatro meses sem a ativação do produto por meio de uma licença. Apesar disso, a empresa está divulgando um período de testes de somente 30 dias.
Para estender o tempo de testes, o usuário deve aguardar até o último dia e escrever a linha "slmgr -rearm" no prompt de comando, ação que amplia o período de uso por mais 30 dias. Esse comando pode ser usado até três vezes, permitindo que o tempo de uso gratuito se estenda para quatro meses. O mesmo comando já estava disponível no sistema antecessor Windows Vista.
Uma porta voz da Microsoft confirmou que o uso do comando é legítimo e que não fere o acordo de licença que o usuário aceita ao instalar o sistema. A manobra foi criada pela Microsoft para uso de profissionais de tecnologia, mas o uso é permitido para todos os tipos de usuário.

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Como fonte de informação sobre eleições, internet só perde para a TV

por Marcos Chagas/ Agência Brasil

Pesquisa aponta que 58% dos eleitores acessam a web mais de uma vez ao mês e 78% visitam blogs e portais para acompanhar a política.
Pesquisa nacional realizada pelo DataSenado em todas as capitais mostra que a internet terá uma importância relevante nas eleições de 2010. Das 1.088 pessoas entrevistadas pelo instituto de pesquisa do Senado, 59% concordam que o instrumento de comunicação terá “importância elevada” nas próximas eleições.
As entrevistas foram realizadas entre 8 e 21 de setembro. Os resultados demonstram que 58% dos eleitores ouvidos acessam a internet mais de uma vez ao mês e 78% acessam blogs e portais de notícia para se informar sobre política. Deste total, 83% dos entrevistados têm idade entre 20 e 39 anos.
O resultado da sondagem conclui que, entre as mídias, apenas a televisão supera a internet como instrumento de informação. O veículo tem a preferência de 67% dos entrevistados e 19% optam pela internet para saber o que acontece na política brasileira. Em terceiro lugar estão revistas e jornais como a opção de 11% dos entrevistas. O rádio foi escolhido por 4%.

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Microsoft confirma preços do Windows 7 no Brasil

por Redação, do IDG Now

Novo sistema operacional chega ao mercado em 22 de outubro, custando entre 399 reais e 629 reais.
O Windows 7 chega às lojas brasileiras somente no dia 22 de outubro, data de lançamento mundial do produto, mas o consumidor interessado em adquirir o novo sistema operacional da Microsoft já pode começar a fazer as contas. De acordo com a Microsoft Brasil, as quatro versões do novo Windows terão preços variando de 329 reais (Home Basic) a 669 reais (Ultimate). As versões intermediárias, Home Premium e Professional, custarão 399 reais e 629 reais, respectivamente.
O novo sistema começa a chegar aos distribuidores brasileiros no dia 12 de outubro (feriado), informa a Microsoft. De acordo com Fábio Gaia, presidente da Officer, distribuidora que conta com uma rede de 8 mil revendas e integradores de PCs, o consumidor não encontrará máquinas com o novo sistema antes da data de lançamento oficial, no dia 22/10.
Nos Estados Unidos, entretanto, alguns integradores pequenos começam a oferecer desktops com Windows 7 pré-instalado em 13 de outubro. Gaia comenta que a Microsoft não recomendou a pré-venda do Windows 7 no Brasil. Na prática, varejistas online como Fnac e Saraiva informaram à reportagem do IDG Now! que devem programar a pré-venda do sistema na próxima semana.

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Página de pesquisa do Google ganha novas funções

por IDG News Service/EUA

Barra lateral terá filtragem de resultados publicados na última hora e conteúdos de blogs.
O Google vai adicionar novas funcionalidades ao seu painel lateral para oferecer acesso rápido a resultados de busca mais relevantes. A companhia anunciou nesta quinta-feira (1/10) que novas opções de filtragem de resultado de busca em blogs e notícias aparecerão no espaço ao lado, o qual pode ser ativado ao clicar no botão “mostrar opções” (ou “show options”) na página de resultados.
Em maio, o Google passou a oferecer a capacidade de filtrar resultados de vídeos, fóruns e reviews por meio desse painel lateral. Na semana passada, a companhia adicionou filtro similar para livros. “A capacidade de filtrar resultados pela data e hora também será adicionada ao painel. Estamos lançando um recurso que mostra os resultados da última hora”, disse o gerente de produto para buscas do Google, Nundu Janakiram.
Anteriormente, o portal oferecia filtragem apenas por dia, semana e ano. “Isso evidencia a velocidade do rastreamento do Google. Conseguimos rastrear um resultado poucos minutos após aparecer na internet”, acrescentou Janakiram.
O Google também vai incluir recursos de seu serviço Web History, ou Histórico Weo, que rastreia termos buscados e salvos pelo usuário que estavam ‘logados’ em suas contas Google. Isso permitirá mostrar os links já visitados e os ainda não visitados pelo usuário nas buscas.
Filtros de shopping, que permitam ao usuário acessar rapidamente links de sites que avaliem ou vendam produtos, também começarão a aparecer nas opções da barra lateral.

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Google anuncia função que traduz automaticamente página em até 51 línguas

por Redação do IDG Now

Ferramenta detecta se há diferença entre língua do conteúdo exibido e do navegador do usuário e traduz em um clique páginas em até 51 línguas.
O Google apresentou nesta quinta-feira (1/10) nova ferramenta do seu serviço de tradução Translator que pode traduzir automaticamente em 51 línguas o conteúdo de uma página.
Quando há diferença entre a língua usada no conteúdo da página e a definida como padrão no browser do usuário, uma barra do serviço questiona se a tradução pode ser feita, segundo anúncio feito no blog oficial do Google.
O código que habilita novidade função precisa ser integrado ao site pelo webdesigner responsável, após definir a língua em que o conteúdo da página estará disponível e se a tradução será oferecida em todas as línguas ou em algumas específicas.
O anúncio é um desdobramento da estratégia do Google em levar seu Translate para outros produtos próprios. Em maio, o buscador integrou ferramenta semelhante ao serviço de e-mail Gmail que permite a tradução automática de mensagens com poucos cliques.

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Twitter apresenta ferramenta que cria listas dos perfis seguidos

por Redação do IDG Now

Serviço de microblog apresenta Lists, ferramenta em testes limitados e sem data de estreia que permite melhor organização dos perfis assinados
O Twitter está testando uma ferramenta, chamadas Lists, que permitirá que seus usuários criem listas agrupando determinados perfis seguidos no serviço de microblog. Em anúncio feito nesta quinta-feira (1/10) no blog oficial do Twitter, o responsável pelo Lists, Nick Kallen, afirmou que as listas serão públicas e, portanto, poderão ser consultadas livremente.
"Outros usuários do Twitter podem assinar suas listas. Isto significa que as listas têm potencial como um novo mecanismo importante para descoberta de grandes 'tweets' e contas", afirma Kallen.
Segundo ele, o desenvolvimento da Lists começou no Twitter para tentar aplacar as constantes reclamações de usuários sobre a incapacidade de organizar os conteúdos publicados pelos perfis seguidos.
O Twitter vem testando a ferramenta de forma limitada entre seus usuários e não se comprometeu com um prazo final para o lançamento do Lists.

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Nero atualiza versão 9 do seu pacote de mídia digital

por René Ribeiro, da PC WORLD

Em vez de lançar a versão 10 de seu pacote de programas para gravação de arquivos digitais, a Nero atualizou a versão 9, que vem agora com o nome de Nero 9 Reloaded. Nessa versão está incluso gratuitamente o Nero BackItUp & Burn (cujo preço sugerido é de R$ 80), que é uma solução para gravação, backup, restauração e sincronização de arquivos.
A versão Reloaded é compatível com Windows 7 e não necessita de mais memória, nem de processamento superior. Chama a atenção o recurso de que vídeos em alta definição podem ser importados no Nero Vision e arquivados em um disco rígido, unidade USB ou cartão de memória e assistidos em um tocador Blu-ray com conexão USB. Em versões anteriores esta operação não era possível.
Usuários que já possuem a versão 9 (registrada) terão direito a atualizar o pacote gratuitamente. O Nero 9 Reloaded pode ser adquirido em lojas pelo preço sugerido de 199 reais ou então por download em www.nero.com/ptb. Nesse caso, o preço cai para 156 reais. O tamanho do arquivo é de 228 MB (40% menor que a versão anterior).

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Google humilha desenvolvedores do IE

por Mauricio Moraes

Steve Ballmer está com raiva. Muita raiva. Andou dizendo por aí que o Chrome e o Safari são um erro estatístico. O motivo? Aposto que foi o Chrome Frame.
O Google sabia que, com o lançamento do Wave, tinha um problema sério para resolver. O Internet Explorer, criticado por uma multidão, ainda é usado por muito mais gente. E todo esse pessoal, ávido por experimentar o serviço, iria se decepcionar ao descobrir que havia uma incompatibilidade com o navegador. Jogariam, inclusive, a culpa na empresa de Mountain View. Um maremoto de insatisfação estava se formando.
Não é de hoje que o Internet Explorer recebe críticas. O IE 6, considerado o pior browser da atualidade, ainda é dominante. Os webmasters ficam desesperados pelas limitações que o software impõe ao trabalho e às inovações. Mesmo o IE 8 não é totalmente compatível com HTML 5. Todo mundo reclamava, todo mundo xingava, mas ninguém tomava uma atitude. Foi aí que os engenheiros comandados por Larry Page e Sergey Brin resolveram dar uma patada na Microsoft.
O pensamento deve ter sido o seguinte: “Se todo mundo fala mal há anos e os caras não se tocam, nós vamos dar um jeito”. O pior é que eles conseguiram. O Google Chrome Frame roda dentro do IE sempre que um site pedir isso. A instalação é muito simples e deixa as versões 6, 7 e 8 do navegador muito melhores do que quando foram criadas. Para completar a provocação, o logo do Internet Explorer, localizado no canto superior esquerdo da janela, é trocado pelo símbolo do Chrome quando o plug-in está ativo.
Claro que Ballmer não gostou. Os desenvolvedores do IE também devem ter ficado irados. Afinal, foi como se uma alma penada tivesse possuído o programa. O pessoal da Microsoft tentou exorcizar o Chrome, dizendo que ele é perigoso. Mas os usuários não caíram nessa. Dessa vez, Ballmer deveria ter agradecido o trabalho prestado pelo Google. Afinal, não pagou nada por ele.

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Vendas online podem chegar a R$ 10,5 bilhões no Brasil em 2009

Nando Rodrigues, da PC World - 01/10/2009

Até o final do ano serão 4 milhões de novos consumidores. Valor médio das compras online deve passar de 323 reais para 346 reais.
As operações de comércio eletrônico no Brasil devem encerrar 2009 com um faturamento estimado de 10,5 bilhões de reais (38% a mais que os 7,56 bilhões apurados em 2008) e cerca de 11,5 milhões de compradores online. Os números foram apresentados nesta quarta-feira (30/9), durante o Seminário e-commerce para Pequena e Média Empresa, realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em conjunto com a Camara-e.net.
Segundo a superintendente de marketing da ACSP, Sandra Turchi, o valor médio das compras online efetuas até agora é de 323 reais. Para o Natal, diz ela, a tendência é que a média chegue a 346 reais, com 4 milhões de novos compradores online.
Para Sandra, a facilidade de a classe C obter cartões de crédito e parcelar as compras pela web foram elemento importante para estimular o comercio digital. Além disso, acrescenta, o prazo para pagamento costuma ser mais longo do que nas lojas físicas.
Segundo a ACSP, enquanto 90% das grandes empresas utilizam a web para fazer negócios, apenas 7,1 em cada dez pequenas e médias empresas contam com essa linha de negócios. Sandra afirma que é fundamental para s PMEs explorarem a economia digital, já que hoje 80% da renda obtida em comércio eletrônico é realizada pelas grandes empresas. A meta das PMEs é crescer entre 20% e 30% até 2010.
Sandra afirma, porém, que apenas oferecer a possibilidade de comercialização via internet não basta, e é necessário inovar dentro do leque de opções existentes e destaca, por exemplo, o uso de catálogos, listagens, oferta de suporte técnico e participação em redes sociais. Para Sandra, “a melhor maneira de encontrar o cliente é ser encontrado por ele”.

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Coreia do Sul tem melhor banda larga mundial

Reuters - 01/10/09

HELSINKI - A Coreia do Sul ultrapassou o Japão e a Suécia e assumiu a liderança em ranking anual que mede a qualidade da banda larga dos países.
O governo deu incentivos para transformar a nação em líder no mundo de tecnologia da informação, mostrou um estudo.
A pesquisa, conduzida pelas universidades de Oxford e Oviedo e patrocinada pela Cisco, mostrou que 62 de 66 países analisados melhoraram a qualidade dos serviços de Internet rápida voltada do ano passado para cá.
A relevância da banda larga com qualidade está aumentando, já que novos aplicativos de internet - como TV de alta definição - precisam de conexões mais rápidas e melhores.
Os nove países melhores colocados - Coreia do Sul, Japão, Suécia, Lituânia, Bulgária, Letônia, Holanda, Dinamarca e Romênia - já possuem banda larga com qualidade para tais aplicações.
O Brasil aparece na 45º posição no estudo, atrás de dois dos outros três países que compõem o grupo dos Bric: Rússia está em 18º lugar e China na 43º colocação, enquanto a Índia ocupa a 63º posição.
Na classificação por cidades, os municípios japoneses Yokohama e Nagoya aparecem no alto da lista, à frente de Kaunas, na Lituânia.

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